Cuiabá, Domingo, 29 de Março de 2026
SEQUESTRO NO INTERIOR
18.10.2011 | 17h40 Tamanho do texto A- A+

Família de tesoureiro da CEF é libertada; quadrilha foge

Esposa e filho de funcionário foram sequestrados em Barra do Bugres; quadrilha queria dinheiro

Ilustração

Polícia faz buscas na região, na tentativa de capturar os sequestradores

Polícia faz buscas na região, na tentativa de capturar os sequestradores

DA REDAÇÃO

Depois de quatro horas de tensão, foi encerrado o sequestro da esposa e do filho do tesoureiro da Caixa Econômica Federal (CEF) de Barra do Bugres (168 km a Médio-Norte de Cuiabá). Ambos foram feitos de reféns, na manhã desta terça (18), por quatro homens armados.

Após liberar as vítimas, a quadrilha conseguiu escapar e as polícias Federal, Militar e Civil estão realizando buscas na região, na tentativa de localizar os criminosos. Um inquérito já foi instaurado para apuração do caso.

Segundo informações da Polícia Federal, o sequestro teve início às 7h30. A quadrilha exigia do tesoureiro uma grande soma em dinheiro para que sua família fosse libertada.

O dinheiro usado para pagar o resgate deveria ser retirado do cofre da agência bancária na qual o tesoureiro trabalhava e deixado próximo ao entroncamento de acesso à Fazenda Itamaraty, localizada no município.

A Coordenação de Segurança da Caixa Econômica foi quem acionou a PF, meia hora depois da ação dos seqüestradores. Para intervir, foram enviados à região 12 policiais, sendo seis do Grupo de Pronta Intervenção da PF.

Também participaram da ação a Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer), o Batalhão de Operações Especiais (Bope), bem como policiais militares e civis, que ajudaram a fazer o cerco em toda a região.

As equipes policiais também atuaram dentro da agência bancária, uma hora depois de terem sido acionadas, a fim de impedir o pagamento do resgate exigido pelos seqüestradores, bem como resgatar os reféns e efetuar a prisão dos criminosos.

Acuados com o cerco, os sequestradores libertaram a família por volta das 12 horas, fugindo em seguida.

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1 Comentário(s).

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Edson Silva  19.10.11 08h30
Está estranho muito estranho! mas tenho certeza que será investigado.
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