Elton Bicalho  14.05.18 16h16
Não se trata de falta de sensibilidade ou má qualidade do seu trabalho nobre cineasta. O principal motivo é esse período recessivo. Atualmente as empresas estão vivendo um período muito delicado, mesmo quem tem dinheiro sobrando no caixa, está com medo.
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Anderson Maciel Ciriaco  14.05.18 08h03
Baita entrevista Bini. Este modelo mental dos empresários locais é ultrapassado. Cultura é a manifestação prática dos valores da empresa, ora, porquê não investir?
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Nelsinho   13.05.18 10h59
Paulo, o patrocínio é feito usando o imposto. Ao invés de pagar para o governo, a empresa investe no projeto. Ele explica na matéria. Leia lá.
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Milton Guapo  13.05.18 09h56
Falou tudo Bruno, aliás corroborou com a mina colocação quando disse que o Agronegócio não gosta da nossa cultura, visto que eu estou há quase 2 anos com meu último CD chamado Pantanal Sinfônico, gravado pela Orquestra de MT e, preciso de apenas 12 mil Reais pra fazer o CD e não consegui ate hoje, mesmo ofertando e blindando a empresa que topar fazer, com 300 cópias, colocando a logomarca dela nos mil CDs e nada resolveu até hoje. Estou pensando seriamente em lavar dinheiro com uma nota da minha empresa para o Narcotráfico e resolver o problema, por que sei que com eles "o papo é reto" e fim de conversa.
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Alexandre Júnior  13.05.18 07h57
Se os filmes brasileiros fossem bons, não precisavam de cota.
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Paulo  13.05.18 06h12
Talvez faltou ao nobre sineasta a sensibilidade para perceber que as empresas daqui arcam com uma carga tributária absurda, e muitas estão fazendo um esforço sem tamanho para conseguir pagar seus funcionários e sobreviver.
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Luis  13.05.18 01h10
Bruno Bini, empresas preferem patrocinar políticos, é toma lá dá cá.. jamais vão investir em cultura.
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Frederico  12.05.18 23h10
Certíssimo. Gestão desastre na SEC!!
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