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Polícia descobre mais uma criança abusada sexualmente por major
Policial militar aposentado já está preso desde o dia 18 de maio
MidiaNews
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Delegada Alexandra Fachone disse que não há dúvidas sobre a autoria dos crimes
DA REDAÇÃO
A Polícia Civil concluiu inquérito sobre pedofilia e descobriu que o major PM aposentado Francisco Ferreira de Almeida Filho, de 46 anos, abusou sexualmente de mais uma criança, além das duas enteadas.
As investigações, realizadas pela Delegacia de Defesa da Criança e do Adolescente, apontam para uma terceira vítima, uma prima das meninas que ele também abusava desde os 11 anos e que hoje está com 14 anos.
Conforme os policiais, o oficial tinha comportamento e agia como pedófilo. O militar foi preso no dia 18 de maio, acusado de estuprar de duas enteadas, uma de 13 anos e outra de 18 anos, que foi abusada dos 12 aos 16 anos. Leia mais AQUI.
Na perícia realizada em apenas um dos computadores apreendidos, juntamente com mais de 90 CDs e DVDs, pendrives, cartão de memória e máquinas fotográficas, a Polícia encontrou provas da perversão do policial. Na máquina foram encontradas fotos de crianças e adolescentes nuas e em poses sensuais.
“A perícia não teve tempo hábil de analisar todo o material, mas só em um computador já foram encontradas imagens que caracterizam a conduta de pedófilo”, disse a delegada Alexandra Fachone.
“Se já não bastasse o abuso das enteadas, o major também se aproveitou da prima delas. As provas são irrefutáveis, não tem como ele negar”, observou um policial.
O major aposentado foi indiciado por seguidos estupros de vulneráveis, e no artigo 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente (Eca), que tipifica como crime quem adquire, possui ou armazena, por qualquer meio, fotográfia, vídeo ou outra forma que contenha cena de sexo explicito ou pornografia de criança ou adolescente.
A prisão do policial militar ocorreu no Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.
Ameaças em motel
A denúncia havia chegado há cerca de um mês antes à delegacia e confirmadas pelas vítimas. Uma das garotas já completou 18 anos e relatou em detalhes, à equipe multidisciplinar da Deddica, que foi estuprada pelo padrasto ao longo de quatro anos, quase cotidianamente. As investigações já corriam há quase um mês.
A jovem detalhou que o padrasto a levava a motéis de Cuiabá e a constrangia, com ameaças e emprego de arma de fogo.
Ela contou que, durante os atos sexuais, o padrasto a forçava a ingerir bebidas alcoólicas e realizava filmagens das cenas de sexo.
Segundo a garota, a violência só cessou quando saiu de casa, mas o padrasto passou a abusar da irmã mais nova, de 13 anos, que também contou que era estuprada constantemente, sendo o último estupro um fim de semana, antes da prisão do major.
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| 1 Comentário(s). |
| sueli 02.06.12 18h32 | ||||
| chamar de besta humana um deste é pouco.me revolta ler este tipo de materia.e ainda pior não existir prisão perpetua, castração ou pena de morte no BRASIL. saber que este vagabundo vai comer beber dormir as nossas custas.é revoltante | ||||
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