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Dilma defende resultado de leilão da rodovia BR-050

Ela se disse surpresa com avaliação de que vencedora é 'aventureira'.

DO G1



O grupo, sem tradição no setor de concessões, venceu concorrentes como CCR, Ecorodovias, Arteris, Triunfo, Odebrecht e Queiroz Galvão.

O consórcio é formado por nove empresas – oito paulistas e uma paranaense: Senpar (20%), Construtora Estrutural (10%), Construtora Kamilos (10%), Ellenco Construções (10%), Engenharia e Comércio Bandeirantes (10%), Greca Distribuidora de Asfaltos (20%), MaqTerra Transportes e Terraplenagem (5%), TCL Tecnologia e Construções (10%) e Vale do Rio Novo Engenharia e Construções (5%).

Segundo Letícia Queiroz de Andrade, sócia do escritório Siqueira Castro e assessora jurídica do consórcio vencedor, “o grupo é novo, mas todas as empresas são experientes”.

O Grupo Planalto, segundo seus representantes, já atua em diversas obras rodoviárias no estado de São Paulo, operação rodoviária (pedágios) e obras rodoviárias em concessões federais.

Na entrevista, a presidente defendeu o lucro por parte das empresas que arrematam as concessões. Segundo ela, é preciso oferecer uma taxa de retorno “significativa” para atrair interessados, mas, ao mesmo tempo, priorizar a rapidez na execução.

“Meu objetivo ao fazer uma concessão é viabilizar uma obra. Quanto mais rápido este complexo industrial intermodal [em Mato Grosso] ficar pronto, melhor é para o país. Quanto mais rápido aquelas coisas que são necessárias ficarem prontas, melhor é. Então, tem que compatibilizar rapidez, taxa de retorno significativa para viabilizar a obra – porque se não tiver uma taxa atrativa, ninguém se interessa – e ao mesmo tempo temos que ter uma tarifa compatível”, disse.

Dilma voltou a dizer que é impossível fazer concessões sem cobrança de pedágio. “Tem estados que se recusam pagar tarifa de pedágio. É impossível fazer concessão sem tarifa de pedágio. Eu também não posso fazer uma concessão e levar dez anos para fazer a obra para a qual a concessão foi destinada”, afirmou.

Questionada se as obras da ferrovia Transnordestina estão paradas, Dilma negou e falou em “pessimismo adversativo” ao comentar também sobre a queda da inflação.

“Eu vou dizer uma coisa para vocês, acho que tem – eu não vou dizer que somos absolutamente perfeitos e que está tudo andando – mas acho que tem um pessimismo adversativo. Outro dia eu vi uma manchete que dizia assim: ‘a inflação está caindo, mas não parece’. Acho estranho”, afirmou a presidente, encerrando a entrevista.






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