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Apesar de ser crime, Justiça libera briga de galo em MT

Estado é o único no Brasil a ter a rinha liberada como sendo uma "atividade cultural"

MidiaNews/Joab Barbalho

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Agentes do Ibama e da PF aplicam flagrante em rinha, mas o local é protegido pela Justiça

ISA SOUSA
DA REDAÇÃO

Após a Polícia Federal "estourar", na quinta-feira (9). uma rinha de galo no bairro Jardim Comodoro, próximo à Avenida Fernando Corrêa, na região do Coxipó,  ontem (10), no começo da noite, agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) e da PF estiveram no local e realizaram novo flagrante, apreendendo mais de 150 aves.

A presença do Ibama foi para averiguar a situação em que os animais se encontram, que são, aparentemente, péssimas. De acordo com o delegado da Polícia Federal, Rodrigo Bartolomei, ao chegar novamente ao local nesta sexta-feira, eles encontraram um galo abandonado e agonizando, em um matagal.

Além disso, a PF encontrou ao menos cinco outros animais mortos ao lado da casa onde funciona a rinha. No total, são 200 galos, que, desde quinta-feira, estavam sob a responsabilidade do presidente da Sociedade Avícola Nova Geração, Wilson Bento.

Apesar dos dois flagrantes - sendo que no primeiro cerca de 150 pessoas foram notificadas - a rinha deve continuar com suas atividades, já que possui autorização através de uma liminar concedida pela Justiça. Além disso, nem o Ibama e nem a PF têm estrutura para manter os animais, que continuam na casa onde ocorrem as as brigas.

Crime ambiental

No Brasil, a rinha é enquadrada como crime ambiental e, apesar disso, Mato Grosso é o único Estado a permitir a briga de galos. De acordo com o entendimento do Tribunal de Justiça, que concedeu liminar em 2008, a briga das aves é "uma manifestação cultural".

Devido à liberação ser a única do país, nesta semana, por sinal, a rinha no Coxipó sediava um "Campeonato Nacional".

Segundo um morador da região que não quis ser identificado, o local da rinha sempre fica "lotado" de carros no dia das brigas. De acordo com ele, a rinha deve funcionar há pelo menos 30 anos.

Apesar dos flagrantes, segundo alguns presentes que aguardavam a PF e o Ibama irem embora, as rinhas devem continuar normalmente.







19 Comentário(s).

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Diogo Soares  04.10.12 19h39
sou nascido na Bahia e hoje moro em São Paulo, passei toda minha infância envolvido com galos de briga minha família sempre teve criadores desde o avô do meu avô e quando passou a ser criminalizado foi muito difícil. ACREDITO EU QUE OS CRIADORES SÓ QUEREM SUAS TRADIÇÕES E SUA CULTURA DE VOLTA.
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paulo  06.08.12 15h24
tenho certesa se acabar com as rinhas, a raça do galo indio sera acabada em menos de dois anos! isso e crueldade ja preocupamos tanto com a instiçao no brasil ! pense nisso
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mario vinicius  13.04.12 12h59
tambem sou criador de galos combatentes,tinha que ser liberadas as rinhas em todo o país, por que só pode ser liberado o MMA.
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dirceu wille  05.08.11 12h11
parabens para a justisa de mato grosso tem que liberar mesmo estes pesoau da policia federal que estava ai deveria estar cuidando e dos traficantes que estão vendendo drogas livremente nas ruas de nossas cidade e destruindo as nosas juventude e não perder tempo gastar combutivel para ir atras de briga de galo
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SAULO HENRIQUE DE SOUZA  04.11.10 13h54
O GALO BRIGA POR ESTITO, E NOS GALISTAS SO DAMOS CONDIÇOES PARA QUE ELE TENHA IGUALDADE PARA SE ENFRENTAREM NO COMBATE, SE NAO FOSSE ASSIM ELES BRIGARIAM GRANDE CONTRA PEQUENO SE NENHUMA CHANCE DE DEFERSA E SEM NENHUM REGULAMENTO BRIGARIA ATE A MORTE. Gostaria que voce me enviasse como foi feita a liberaçao do seu Estado pra que agente consiga fazer o mesmo no Rio Grande Do Norte.
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