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Cidades de Mato Grosso se destacam em desenvolvimento

Lucas do Rio Verde, no Norte do Estado, está entre as 15 cidades mais desenvolvidas do Brasil

Divulgação

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Lucas do Rio Verde está entre as 15 cidades mais desenvolvidas do Brasil, segundo a Firjan

DA REDAÇÃO

O Centro-Oeste brasileiro está na ponta do ranking sobre os melhores índices de desenvolvimento em emprego, renda, Saúde e Educação, entre os anos de 2000 e 2009. Lucas do Rio Verde (354 km ao Norte de Cuiabá) está entre as 15 mais desenvolvidas nos últimos anos.

As cidades de Sorriso (420 km ao Norte) e Primavera do Leste (230 km a Leste da Capital) ficaram entre as 100 com maiores índices de desenvolvimento no Brasil.

Os dados são do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal, um indicador preparado por economistas da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro.

Apoiada na expansão da fronteira agrícola e seu impacto no emprego, o Centro-Oeste saiu de um patamar de desenvolvimento similar ao do Norte e Nordeste e se aproximou do Sudeste.

Entre as 15 mais desenvolvidas, 14 são de São Paulo, apenas Lucas do Rio Verde se destaca em outro estado, na oitava posição.

Outras cidades brasileiras que tinham os piores indicadores desses setores, conseguiram melhorias, mas ainda vão levar 26 anos, a contar de agora, para alcançar um elevado grau de desenvolvimento.

O levantamento faz um raio-X do país com base em três indicadores: renda e emprego formal, saúde e educação. E se assemelha ao IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), divulgado pela ONU na semana passada.

Mato Grosso

Lucas do Rio Verde é um dos municípios mais dinâmicos do cinturão da soja de Mato Grosso, maior produtor do país e pólo da agroindústria que processa o grão, além de sede de uma ampla rede de frigoríficos.

Primavera do Leste e Sorriso, junto a Lucas, apresentam evolução rápida no item emprego e renda - impulsionados pelo bom preço da soja e dos demais grãos no exterior e as sucessivas safras recordes.

A pesquisa mostra que o efeito da renda maior no Centro-Oeste se irradiou, via tributos, para os cofres das várias cidades dos Estados, que passaram a prestar melhores serviços públicos.

Isso se traduziu em bons índices em educação e especialmente em saúde nesses três municípios, diz Júlio Miragaya, pesquisador do Conselho Federal de Economia.

"A expansão da fronteira agrícola fez o Centro-Oeste se destacar e explica essa redução regional da desigualdade que não se vê no Norte e no Nordeste", afirma Luciana Sá, diretora da Firjan.

Em 2009, o Centro-Oeste tinha 83,4% das cidades com alto ou moderado grau de desenvolvimento, percentual semelhante ao do Sudeste (86,4%), que só perdia para o Sul (96,2%).

No mapa do desenvolvimento das cidades, porém, persiste uma linha imaginária que corta o país a partir do sul da Bahia e norte de Minas Gerais e se estende pelas franjas da Amazônia.

A linha revela a desigualdade que separa Sul, Sudeste e mais, recentemente, o Centro-Oeste, onde estão os municípios com alto ou moderado nível de desenvolvimento, do Norte e Nordeste.

Com informações da Folha de S. Paulo







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