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12.02.2019 | 16h00 Tamanho do texto A- A+

Escolas Técnicas passam a ofertar cursos de atualização e aperfeiçoamento profissional

Os cursos de atualização são destinados aos interessados em rever e aprimorar suas atividades profissionais, além de interagir com profissionais da área

Vanessa Campos | Secitec

Estudantes aprendem na prática

DA REDAÇÃO
A partir deste semestre, as escolas técnicas de Mato Grosso irão ofertar cursos de Formação Inicial Continuada (FIC), além de outras opções com carga horária menor de aperfeiçoamento e atualização profissional.
 
Em razão da escassez de mão de obra qualificada, a proposta da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secitec) é atuar como aliada das empresas na formação de profissionais.
 
De acordo com a coordenadora de Educação Profissional e Tecnológica da Secitec, Bruna Figueiredo, a educação técnica é um poderoso vetor de promoção social, que possibilita a cidadania do público, ampliando possibilidades e criando condições de desenvolvimento econômico.
 
 “O FIC possibilita ao estudante o ingresso imediato no mundo do trabalho, e com a sua conclusão, o aluno poderá solicitar aproveitamento de estudos em cursos técnicos afins. É importante destacar que há mais de 10 anos a população a população contando com os serviços prestados pelas nossas escolas”.
 
Com uma dinâmica mais flexível, a duração destes cursos varia entre 40 e 150 horas, não sendo uma exigência ter completado o Ensino Médio, dependendo da proposta do curso. Nestes cursos de atualização e aperfeiçoamento o aluno terá a oportunidade de ampliar suas competências profissionais.
 
Bruna afirma que no Estado muitas escolas já estão oferecendo esses cursos, a exemplo da cidade de Canarana, que abriu vagas em janeiro deste ano para a primeira turma do curso de aperfeiçoamento em ‘Manejo de Culturas Agrícolas Regionais’.
 
“Há cursos técnicos para todos os segmentos da economia e o mercado de trabalho reconhece a capacidade do aluno em desenvolver seu conteúdo na prática, por meio de estágios onde o contato com a futura profissão é efetivo”, destaca a coordenadora.
 
Bruna ressalta que o crescimento econômico requer melhorias na infraestrutura, e isso só é possível com trabalhadores qualificados. Para quem busca recolocação no mercado de trabalho, ou pretende ingressar em uma nova área sem a formação em universidade, esses cursos podem oferecer a qualificação adequada, de acordo com o interesse do aluno.
 
Nesse cenário, a educação técnica ganha destaque por criar um profissional destinado a atender à necessidade do mercado interno, pois conhece a realidade local da empresa que o emprega, e isso faz com que o profissional técnico seja cada vez mais valorizado.
 
Informações complementares
 
• Requisitos de acesso: pode ser por idade, nível de escolaridade; experiência, determinada área; comprovação de vínculo (interesse de formação junto aos parceiros);
• Carga Horária: mínima de 40 horas e máxima de 150 horas;
 
É importante destacar que prefeituras, associações e sindicatos poderão apresentar suas demandas junto às escolas, para possa ser validada, caso haja professores disponíveis para o atendimento. Além disso, as escolas, por meio das coordenadorias de integração com a comunidade, poderão organizar.



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