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Cotidiano / DADOS NACIONAIS
13.08.2017 | 10h53
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Mato Grosso ocupa o 2º lugar em ranking de geração de empregos, diz Caged

Estado manteve um saldo positivo de 8 mil novos postos de trabalho criados no mês de julho

Reprodução

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Em Mato Grosso, o setor que mais realizou contratações foi o agronegócio

DO G1

Com 34.734 novas contratações realizadas no mês de julho, Mato Grosso é o 2º estado a gerar mais empregos no país, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) nesta semana. Ou seja, o mercado de trabalho formal - com carteira assinada - empregou mais do que demitiu nesse período.

 

Com 26.289 desligamentos ocorridos ao longo do último mês, o estado manteve um saldo positivo de 8.085 contratações e, no ranking geral, ficou atrás apenas de São Paulo, que teve um saldo positivo de 21.805 novos postos de trabalho criados.

 

Em Mato Grosso, o setor que mais realizou contratações foi o agronegócio, com a criação de 3.211 postos de trabalho, seguido pelos setores da indústria (2.298), produção de alimentos e bebidas (1.264), serviços (1.188), construção civil (893), varejo (588) e comércio (538).

 

Dados nacionais
 

De acordo com o Cageg, em todo o país, esse é o quatro mês consecutivo de criação de vagas com carteira assinada e a primeira vez, desde 2014, em que as contratações superaram as demissões no mês de julho.

 

No acumulado de janeiro a julho deste ano, ainda de acordo com o governo, foram gerados 103.258 empregos com carteira assinada. No mesmo período do ano passado, o governo informou que foram demitidos 623.520 trabalhadores.

 

No mês passado, foram registradas 1.167.770 contratações e 1.131.870 demissões de trabalhadores com carteira assinada.

 

Previsão
 

A expectativa é de que os números continuem positivos no restante do ano, pelo menos até novembro, com a possibilidade de um ajuste no mês de dezembro. Em Mato Grosso, a intermediação da mão de obra do trabalhador é realizada pelo Sistema Nacional de Emprego (Sine), vinculado a Secretaria de Estado de Trabalho e Assistência Social (Setas).




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1 Comentário(s).

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Elisângela  14.08.17 12h47
Não é isso que vemos na realidade em Rondonópolis, o pobre cada vez mais sofre com falta de tudo e os políticos cada vez mais usufruindo dos seus altos salários e o pobre mendigando nem que fosse um emprego para garantir comida a mesa, por isso que a marginalidade cresce porque além de ter comida na mesa, tem atendimento prioritário, e ajuda para família, essa é a triste realidade.
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