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Cotidiano / PRAÇA IPIRANGA
12.01.2018 | 11h34
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MPE investiga possíveis danos ambientais e urbanos em reforma

Inquérito civil público foi instaurado no último dia 9 pelo promotor de Justiça Carlos Eduardo Silva

Alair Ribeiro/MidiaNews

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O promotor Carlos Eduardo (no detalhe), que investigava reforma da Praça Ipiranga

THAIZA ASSUNÇÃO
DA REDAÇÃO

O Ministério Público Estadual (MPE) instaurou um inquérito civil para apurar possível impactos causados ao entorno do prédio do antigo Quartel da Força Pública – onde hoje funciona o Ganha Tempo - na Prainha, em Cuiabá, por conta da reforma da Praça Ipiranga.

 

O prédio em questão é tombado Patrimônio Histórico do Estado de Mato Grosso.

 

O procedimento foi instaurado pelo promotor de Justiça Carlos Eduardo Silva, do Núcleo de Defesa do Meio Ambiente Urbanístico, por meio da portaria 01/2018, assinada em 9 de janeiro.

 

Conforme a portaria, a suspeita é de que a reforma, inclusive com reformulação do chafariz instalado há décadas no local, estaria trazendo impactos visuais ao entorno do bem tombado pelo poder público. “Sem que a Secretaria de Estado de Cultura tenha sido ao menos consultada sobre o projeto de reforma do espaço público em questão”, diz trecho do documento.

 

Orçada em R$ 311 mil, a obra da Prefeitura de Cuiabá começou no dia 22 de outubro de 2017 com previsão de entrega para abril deste ano. 

 

Desde o início, a reforma é alvo de polêmicas. Primeiro, por conta da demolição do chafariz, que levantou a ira de arquitetos, urbanistas, engenheiros, historiadores e artistas regionais.

 

Segundo, pelo fato da Prefeitura se recusar, em novembro passado, a atender uma notificação da Secretaria de Estado de Cultura (SEC) para a paralisar imediatamente a obra.

 

A Secretaria alegava  que a Prefeitura não tinha autorização do Estado para mexer na área. 

 

No inquérito, o promotor determinou que a SEC inspecione a área para verificação dos impactos visuais negativos causados ao bem tombado.

  

Não há um prazo para o determino da investigação. 




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12 Comentário(s).

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goncalina maria de almeida  12.01.18 17h31
Pra que gastar dinheiro, derrubando ochafariz ou outro utensilio da Praça? O que a praça precisava era de manuetnção e limpeza, de segurança, temos tantas assistentes sociais em trabalhos administrativos, poderiam ser usadas para trabalhar com os carentes e migrantes que chegam diariamente naquela praça.Temos que conservar nossa história e não destruir.Fizeram uma bagunça ninguém tá entendendo nada.Pra que quebrar o piso se estava bom?Parem de gastar dinheiro público desnecessarimente.
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Daniel Ribeiro de Oliveira   12.01.18 15h20
Boa tarde esse MP, só quer aparecer e aonde não é preciso, porque não investiga coisa do interesses público? por exemplo a sua sede própria, (ao lado do fórum da capital), com milhões gastos em ostentação, com paredes e portas TODOS de vidro, vários andares e isso, com dinheiro público, pergunto para que isso? e você não vê nenhum promotor vir a publico e questionar o dinheiro publico jogado fora e todos ficam bem quietos.
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Dirce Gomes  12.01.18 15h14
SUGIRO QUE O MPE FIQUE DE OLHO NESSA SECRETARIA DOS 300 ANOS, VAI SER UM MONTE DE OBRA DE PÉSSIMA QUALIDADE E PROVAVELMENTE COM VALORES SUPERFATURADOS...NAO ESQUEÇAM QUE ESTAMOS LIDANDO COM A TURMA DO PALETÓ
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Marcia Cunha  12.01.18 15h03
PRECISA VER ISSO MESMO PQ NENEU PALETÓ COLOCOU AQUELE TRAMBOLHO NA PRACA ALENCASTRO E ESCONDEU ELA DO POVO
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Sam  12.01.18 14h10
Infelizmente, sai um ruím e acaba entrando outro pior. Nossa classe de políticos e gestores públicos é da pior qualidade. Não sabem planejar para o futuro e nem respeitam o passado.
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