Cuiabá, Terça-Feira, 18 de Dezembro de 2018
OPERAÇÃO
24.08.2018 | 10h27 Tamanho do texto A- A+

Superintendente da Sema volta a ser preso pela Polícia Civil

Chefe do setor de Regularização e Monitoramento, João Dias Filho foi detido pela segunda vez

Divulgação/PJC

Policiais civis cumprem mandado de busca e apreensão durante a Operação Polygunum

CÍNTIA BORGES
DA REDAÇÃO

O ex-superintendente de Regularização e Monitoramento da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, João Dias Filho, voltou a ser preso na manhã desta sexta-feira (24), na Operação Polygunum.

 

A operação apura irregularidades no Cadastro Ambiental Rural (CAR), na Sema. No entanto, em razão do decreto de sigilo judicial, não foram repassados mais detalhes sobre a prisão.

 

João Dias chegou a ter ordem de prisão temporária cumprida no dia 13 de agosto, quando foi deflagrada a primeira fase da operação, mas foi solto após cinco dias de detenção.

 

Após o cumprimento do mandado de prisão, João Dias Filho, que era servidor comissionado da Sema, foi exonerado.

 

Nesta manhã, o advogado Francisco Faiad, que representa o ex-servidor e estava na Delegacia de Meio Ambiente (Dema), confirmou a informação.

 

Segundo apurou a reportagem, João Dias era um dos cabeças do esquema no CAR e, por isso, teve mandado de prisão decretado novamente.

 

Outros dois mandados foram cumpridos nesta manhã contra três pessoas relacionadas ao esquema. Um quarto mandado de prisão não foi cumprido pela Polícia Civil, pois a pessoa não foi encontrada.

 

Os nomes não foram relevados.

 

A operação

 

Quatro mandados de prisão e seis de busca e apreensão estão sendo cumpridos na manhã desta sexta-feira, pela Polícia Civil, na segunda etapa das investigações desenvolvidas pela Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e o Ministério Público Estadual, referentes a fraudes ambientais.

 

A investigação tramita sob sigilo judicial absoluto.

 

A operação é coordenada pelos delegados Alessandra Saturnino, Gianmarco Paccola Capoani e Liliane de Souza Santos Murata Costa e conta com apoio operacional da Polinter.

 

O nome da operação, Polygunum, faz referências a medidas geométricas de áreas, referenciadas em dados de propriedades, terrenos e cálculos de desmatamento.A segunda fase da ação vai às ruas 11 dias depois de a Polícia Civil ter deflagrado uma outra operação, tendo como alvo o setor de Cadastro Ambiental Rural.

 

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