Cuiabá, Segunda-Feira, 21 de Janeiro de 2019
ATROPELAMENTO
10.01.2019 | 16h08 Tamanho do texto A- A+

Única sobrevivente de atropelamento tem melhora e sai da UTI

Hya Girotto foi atropelada em frente à Valley Pub; outros dois jovens atingidos morreram

Reprodução

Hya Girotto está internada no Hospital Geral Universitário

CÍNTIA BORGES
DA REDAÇÃO

Há mais de 15 dias internada, a estudante de Direito Hya Girotto Santos, de 21 anos – vítima de um atropelamento em frente à Valley Pub, em dezembro – saiu da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na manhã desta quinta-feira (10).

 

Hya, que encontra-se internada no Hospital Geral Universitário (HGU), em Cuiabá, já passou por quatro procedimentos cirúrgicos desde o atropelamento. O último ocorreu na manhã dessa quarta-feira (9) para corrigir uma fratura no braço esquerdo.

 

Conforme o irmão da jovem, Leandro Girotto, a universitária já está em um quarto na unidade hospitalar e se recupera bem da cirurgia.

 

Hya aguarda para fazer uma angiotomografia, exame que permite visualizar artérias e veias do corpo.

 

Uma das lesões mais graves da estudante ocorreu na aorta, principal veia do corpo humano, que foi obstruída.

 

A universitária foi atropelada no domingo (23) pela bióloga Rafaela Screnci da Costa Ribeiro, de 33 anos. Além dela, foram atropelados a universitária Myllena de Lacerda Inocêncio, de 22 anos - que morreu no local -, e Ramon Alcides Viveiros, de 25, filho do procurador de Justiça Mauro Viveiros, do Ministério Público Estadual (MPE). Ele não resistiu aos ferimentos e faleceu no dia 28 de dezembro.

 

O acidente

 

O acidente ocorreu quando a bióloga Rafaela Ribeiro, que conduzia um Renault Duster Oroch, passava pela Avenida Isaac Póvoas. Segundo a Polícia Civil, ela seguia pela faixa de rolamento da esquerda quando, nas proximidades da Boate Valley Pub, atropelou os pedestres. 

 

Com sinais de embriaguez, a mulher foi detida pela PM e se negou a fazer o exame de “bafômetro”.

 

Diante disso, uma equipe da Polícia Civil elaborou ainda no local um “auto de constatação de embriaguez”, que aponta sinais aparentes de ingestão de álcool. 

 

Ela foi conduzida para a Central de Flagrantes para a tomada de medidas criminais e administrativas. Após ficar detida por um dia, a bióloga passou por audiência de custódia e foi liberada mediante pagamento de fiança de R$ 9,5 mil.

 

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