O ex-servidor da Seduc, Fábio Frigeri, está preso desde maio no CCC
O humor do ex-servidor da Seduc, Fábio Frigeri, aparentemente não foi afetado pelos seis meses em que está preso no Centro de Custódia de Cuiabá (CCC), por conta da Operação Rêmora, sob a acusação de coordenar o núcleo de servidores do suposto esquema que teria fraudado licitações na pasta.
Durante audiência da ação penal do caso, na manhã desta terça-feira (29), no Fórum da Capital, em que depôs o empresário Ricardo Sguarezi, dono da Aroeira Construções, Frigeri permaneceu o tempo inteiro fazendo caras e bocas e rindo, em deboche às declarações da testemunha.
No depoimento, o empresário afirmou que entregou diversos cheques, a título de propina, ao ex-servidor para poder receber as medições de obras já executadas. Durante as declarações, Fábio dava risada e balançava a cabeça negativamente, em sinal de reprovação.
As atenções a Frigeri começaram já no início da audiência, quando a sua advogada protagonizou uma discussão com um agente prisional pelo fato de ter proibido o ex-servidor de ir ao banheiro. Após o atrito, a juíza Selma Arruda, a pedido da defesa, permitiu que Frigeri utilizasse o sanitário de visitantes do Fórum.
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