Cuiabá, Quinta-Feira, 24 de Janeiro de 2019
Fogo Amigo
12.05.2018 | 17h45 Tamanho do texto A- A+

Vira Casacas

Site destrincha "mercado" partidário

DA REDAÇÃO
vira casaca sachetti

 

De 8 de março a 6 de abril, os deputados federais aproveitaram pra valer a janela na qual trocas de partidos puderam ser feitas sem o risco de perda de mandato por infidelidade. No período, pelo menos 91 congressistas trocaram de sigla, ou 18% da Câmara.

 

O motivo, para o site Vira Casacas, lançado recentemente na internet, teria relação com quanto cada novo integrante poderá render em termos financeiros aos novos partidos, caso se reelejam.

 

"Eleger um novo deputado na bancada tem grande impacto no repasse do fundo partidário para os próximos quatro anos e em um possível fundo eleitoral em 2020 e 2022", diz o site.

 

O cálculo do "passe" de cada deputado levou em conta o fundo eleitoral, o fundo partidário e uma variante chamada de "bônus puxador", calculada de acordo com o peso político de cada parlamentar que virou a casaca (votos em 2014, por exemplo, entram na conta).

 

Por essa metodologia, o nome mais cobiçado da janela em Mato Grosso foi o do deputado Adilton Sachetti, que estava sem partido e foi para o PRB. Se for reeleito, o deputado representará um acréscimo potencial de R$ 6,03 milhões aos cofres de seu partido.

 

Victório Galli, que deixou o PSC, tem potencial para trazer R$ 4,15 milhões ao seu novo time, o PSL. E o ex-PSB Valtenir Pereira, por sua vez, pode representar mais R$ 4,08 milhões em verbas para o MDB.




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