Sexta, 05 de setembro de 2008
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Domingo, 24 de agosto de 2008
Roubo milionário sem vítima

Sinopse dos cinco capítulos anteriores
de uma história de fricção, digo, ficção:

CAPÍTULO I

CENÁRIO:

Motel na periferia de Várzea Grande

ELENCO:

Dois amigos-correligionários e duas garotas de programa

TRAMA:
O celular de um deles toca, o garanhão atende e combina entregar ao interlocutor 40 mil reais, em espécie, na noite-madrugada seguinte, em um luxuoso escritório em Cuiabá.



A acompanhante ouve tudo...






CAPÍTULO II

CENÁRIO:

Cafofo no bairro Santa Isabel

ELENCO:

Garota de programa e seu amor-bandido, que também
faz as vezes de cafetão

TRAMA:
Além de comparecer com a féria da correria da madrugada, ela conta o que ouviu de um emplumado cliente em um de seus tantos ninhos de amor -- um motel de Várzea Grande:

O pagamento de uma bolada de 40 mil reais, em espécie, num edifício com o sugestivo nome de Business Center.

Seu amor-bandido convida dois ¨brodinhos¨ para uma ¨parada¨, naquela noite, num prédio de bacana...






CAPÍTULO III

CENÁRIO:
Entrada de luxuoso edifício de escritórios na Avenida Rubens de Mendonça, corredor empresarial de Cuiabá, tardão da noite.



ELENCO:
Garota de programa, seu amor-bandido que também faz as vezes de cafetão e dois ¨brodinhos¨ do bairro Santa Isabel, à espreita, no lado oposto da pista, prontos para uma ¨parada¨.



TRAMA:
Antes de voltar para o ganha pau, digo, ganha pão, ela tem a missão de reconhecer o bacanudo com quem transou na noite anterior em um motel de Várzea Grande e que, para ¨se aparecer¨, disse ao celular que estaria naquele horário e naquele prédio para efetuar um pagamento, em espécie, no valor de 40 mil reais.

O bestalhão chega no horário marcado -- onde já era aguardado pelo credor -- e é apontado pela acompanhante da noite anterior.

A dupla é rendida e, com a discrição possível, obrigada a conduzir o bando até o escritório onde estava amoitado o dinheiro.

O trio -- especializado em pequenos golpes na periferia --, jamais imaginava que estava a um passo da sorte grande -- e bota ¨sorte grande¨ nisto!...






CAPÍTULO IV

CENÁRIO:

Escritório em supervigiado edifício de luxo
-- e bota ¨supervigiado¨ e bota ¨luxo¨ nisto!

ELENCO:

Três bandidinhos pés-de-chinelo e dois bacanudos rendidos por eles.

TRAMA:
Quando a porta é aberta, outros três bacanas que estavam no interior do escritório também são dominados e todos colocados contra a parede, de bico calado.

Enquanto um ¨elemento¨ mantém toda aquela gente de bens sob a mira de um revólver, os outros dois passam a vasculhar tudo, em busca de 40 mil reais em espécie.

Num canto, localizam duas caixas de papelão: uma pequena, outra bem grande -- dessas de embalar TV com tela de plasma de trocentas polegadas.

Na primeira, a pequena, nada: só papéis, com altos planos político-administrativos.



Já na caixa 2...




CAPÍTULO V

CENÁRIO:

Luxuoso escritório em um edifício de Cuiabá

ELENCO:

Três bandidinhos pés-de-chinelo e cinco bacanudos -- rendidos e de bico calado.

TRAMA:
Na caixa 2, os ¨elementos¨ -- que sairam para roubar 40 mil -- encontram emPACotados 4 milhões de reais, em espécie.

Prendem os bacanudos no banheiro, sem os celulares, pegam a caixa descem pelo elevador, ganham a rua e desaparecem na noite.

Desconfiado, o vigia de plantão chama a polícia, enquanto, no escritório, os ¨presidiários¨ arrombam a porta do banheiro e, pelo telefone fixo que os marginais esqueceram de inutilizar, avisam um figurão, dono do escritório.

Polícia e proprietário chegam ao local da ocorrência ao mesmo tempo:

- Positivo! Operante! Foi aqui que houve o roubo?

- Quê roubo?!!!

Vejá o ultimo e emocionante capitulo no site do autor.

Peça literaria, reproduzida na integra DO SUPER SITE: www.supersitegood.com

MINISSÉRIE MISTÉRIO MISTERIOSO
Terça, 19 de agosto de 2008
De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto. (Senado Federal, RJ. Obras Completas, Rui Barbosa. v. 41, t. 3, 1914, p. 86)

RUI BARBOSA
Terça, 12 de agosto de 2008
Quem avisa amigo é! Cuidado não preste serviços fiado a determinados candidatos, principalmente prefeitos candidatos a reeleição, solicite o pagamento antecipado, tem prefeito que não conseguiu honrar os compromissos da campanha passada e nem compromissos durante seu mandato. Comenta-se que não pagam nem a luz para dormir. CUIDADO!!!
SANTO EXPEDITO
Terça, 05 de agosto de 2008
Rapaz, e o roubo milionário, que não foi roubo!!! Tem candidato que esta sem dormir, haja Lexotan! A verdade vai aparecer na hora certinha, aguardem, estou de olho.
Sherlock Holmes
Segunda, 21 de julho de 2008
O dep Sergio Ricardo arrumou um bom argumento para não entrar na campanha do candidato do seu partido a prefeito de Cuiabá. E tá certo ele. A turma do Blairo fez de tudo para tirá-lo da disputa pq agora ele teria que ir as ruas pedir voto ao Mendes? Se o Sérgio não era bom antes então não deve ser agora. Tá certo o Sérgio de ficar na dele.
Jonas Ribeiro
Sexta, 18 de julho de 2008
A matéria do pronto socorro de Cuiabá mostrada no site evidencia mesmo o desinteresse da classe política com a saúde pública. O atendimento lá é péssimo. Pode escrever: este será um dos temas centrais da campanha a prefeito na capital. Uns batendo e o outro apanhando. Vamos ver se há alguma proposta ou projeto que melhore a saúde em Cuiabá que está há anos na UTI.
Rodovalho Pimentel
Sexta, 18 de julho de 2008
Lei para todos os Humanos

No começo da semana + ou - 14 a 16/07/08 vi uma reportagem na televisão com apresentador maskue leite, foi mostrado dois homen preso sendo que um deles tava PILOTANDO a moto, MOTIVO - com mala cheio de roupas novas sem nota fiscais e varias troxas de DROGAS, pego em fragante pelos policiais de MT e logo foi dito que os inflatores contra a lei, como é RÉU PRIMÁRIO irá só assinar alguns documentos na delegacia e respondera em liberdade sem pagar multa e fiança e não perderá a carteira CNH.

A Lei Seca - Motorista que bebeu alguns copos de cerveja com amigos depois do trabalho, Pai de familia, honesto com a sociedade brasileira, pagando seus imposto em dias, derrepente é parado numa barreira policial e faz o teste de bafometro e é constatado um pequeno volume de alcool, ele sera preso, Só Sairá se Pagar Fiança, Multa e terá a Carteira CNH presa por 1ano.

PRESO EM FLAGANTE ( Filmado pela TV )

Foi filmado em fragante um BANQUEIRO FAMOSO ( Dantas ) que está na midia, fazendo coisas ERRADAS contra a LEI. O POVO Brasileiro não viu ele PAGAR a Fiança, multa e nem perdeu a carteira CNH.

Pergunto, a Lei / Justiça são para todos Humanos, se for tem que ser comprida ?

Alex Ramos
Quinta, 17 de julho de 2008
Eles matam e depois pede desculpas

Chega a ser absurda a atitude da PM quando mata um civil por engano. Pedido de desculpas. Por que não o fazem antes de abordar o cidadão? A polícia quer mostrar sua autoridade por meio de disparos contra tudo e contra todos, de forma vil e covarde. Primeiro eles nos desarmam como se fossemos os despreparados e depois no violentam deixando nos órfãos e incuráveis pelo resto da vida.



Estamos sendo vítimas de um sistema de segurança pública defasado, precário e que ainda assim atraem pessoas a se ingressarem na carreira militar sem ao menos terem vocação para tal profissão, atraídos pela estabilidade de emprego que o poder público oferece.



Mais do que fornecer armas para a polícia, tem que prepará-los para usar as mesmas, sendo o último recurso a ser requisitado numa operação. Muitos destes não sabem nem abordar o cidadão durante uma blitz. São arrogantes, mal educados e até violentos. Abordam o cidadão apontando-lhe armas de grosso calibre e muitas das vezes até de forma agressiva.



O que temos presenciado nos últimos meses não é novidade. Quem não se lembra da chacina da candelária? dos jovens que já perderam suas vidas aqui em Rondonópolis por ações desastrosas da polícia?... não foi, não é e nem será a última... se providências sérias não forem tomadas. há poucos dias foi a arquiteta do rio de janeiro e o menino João Roberto, agora a estudante do Paraná e depois?...



Vale ressaltar que o termo polícia aqui utilizado não atinge a aqueles que exercem a função de militar ou qualquer função de segurança pública, de forma honrosa, justa e exemplar, mas aqueles que estão na corporação de forma errada e acabam manchando esta conceituada e estimada instituição. Diga-se de passagem que temos excelentes e admiráveis policiais.



Por conseguinte, dando ênfase ao assunto de início abordado, precisamos cobrar com veemência das autoridades brasileiras mais do que punição, pedir educação, respeito, treinamentos rigorosos e simulações de situações do dia-a-dia.



A perda provocada por estes "assassinos" jamais serão supridas por indenizações ou coisa qualquer, infelizmente.



A família violada é que sabe o tamanho da ferida aberta na alma. E os nossos governantes? congressistas? onde estão? será que esta violência terá que chegar ao âmbito das vossas famílias para que possam urgentemente mudar esse conceito? quem será a próxima vítima da polícia, eu ou você? polícia é para combater bandidos e não abater o cidadão! somos serem humanos e não animais. Mais respeito por favor!


Sergio Nery
Quinta, 17 de julho de 2008
Política sim, Politicagem não!

Começou tudo novamente, o mesmo ritual, o mesmo blá, blá, blá, o velho tapinha nas costas, o falso aperto de mão, o sorriso amarelo, o discurso tosco, às vezes até comovente.



Não sou contra a política séria, mas sim a politicagem. Como lobos que saem das suas tocas em busca do alimento, assim são os políticos em ano eleitoral. Passam três anos em locas e no quarto saem em busca do povo. Muitos destes, não conhecem nem os direitos básicos constitucionais do cidadão, outros mal sabem assinar o próprio nome e quer ser representante do povo. Pra quê? ...



Estes são constituídos por nós, remunerados por todos, para desenvolver políticas que nos promova emprego, saúde, habitação, segurança, transporte, educação e lazer, porém nos proporcionam presente de grego: escândalos, impunidade, inflação, rodovias assassinas, polícia despreparada e que mata inocentes, crianças sem escola digna sob lona preta, aposentados massacrados pela desumanidade e humilhação da política de aposentadoria do nosso país. O pior que tudo acaba em pizza!!!



Fazer política é estar com o povo dia-a-dia, é ouvir, fazer parcerias visando à promoção do bem estar social. É dar oportunidade pra gente nova que tem fome de estabelecer a ordem e o progresso. Não basta apenas sermos opinadores ou revolucionários, temos que assumir responsabilidades de querer mudar esse país, sermos brasileiros com muito orgulho e com muito amor não só para o carnaval, copa do mundo, olimpíadas etc., mas também para a justiça social, dignidade humana e fazer valer na prática as garantias constitucionais.



É hora de darmos um basta nesta politicagem promíscua, nos discursos enlouquentes, nas mesmices, que depois da eleição se esfriam e nada acontece.



Ah! Como seria se as caras pintadas existissem todos os dias e se manifestassem contra toda essa politicagem na política do Estado de direito, na polícia que mata inocentes, nos mensalões não embargados.... ta na hora do povo fazer valer a bravura pacífica conotada na nossa bandeira, proclamada à margem do Ipiranga!!!



Aí depois perguntamos: que país é este?, e por fim ficamos aterrorizados e descrentes da volta por cima, do sonho de um mundo melhor. As coisas só irão melhorar, quando eu, você e nós melhorarmos, de atitude, comportamento, ideologias e comodismo. Toda essa baderna acontece porque permitimos, assistimos e não nos unimos para exigir o que é certo. Pra tomar uma cervejinha, comer um churrasquinho, todo mundo se agita, faz e acontece, pra mudar esse país...ficamos só na expectativa...a oportunidade ta chegando aí gente...pense nisso.



Ou tomamos providencias, ou as iniqüidades continuaram a se multiplicar cada vez mais...



Sérgio Nery Santana é Contador em Rondonópolis


Sergio Nery
Quinta, 17 de julho de 2008
Esse país é duro de aguentar. O Cacciola chega ao Brasil já com decisão da Justiça em não algemá-lo. Ou seja, rico não pode ser algemado, mas pobre.....daqui uns dias vamos ver matérias mostrando ele curtindo as belas paisagens em Agra dos Reis. É só esperar pra ver.
Raimundo Alves da Costa
Quarta, 16 de julho de 2008
Sempre que posso manifesto minha opinião no site. Tenho visto que em SP a lei seca tem dado resultados. O indíce de mortes no trânsito caiu. Isso é muito bom. Agora vimos que MT está totalmente despreparado nesta área. Não há bafômetros. Agora que o governo resolveu comprar diante da repercussão nacional da nova lei. O trânsito tem que ser prioridade. Nele muitos já perderam a vida. Muitos inocentes. E a embriaguez sempre esteve na cola dos motoristas infratores.
Simone Padovani
Domingo, 13 de julho de 2008
O Dr. Eduardo Mahon falou bem sobre as operações da polícia federal. Mas, ainda me apego a um ponto. Se a imprensa não acompanhar de perto estas operaçºoes temo que muita gente graúda vai acabar ficando livre. A exposição da imprensa acaba por dificultar a vida de muita gente que anda na ilegalidade, mas que tem dinheiro para contratar bons advogados. O que não consigo entender é que as vezes diz que uma operação se baseou em uma investigação de até 2 anos. Aí é expedido um mandado de prisão e, em poucos dias, o acusado é liberado por falta de provas. Ora, q investigação foi esta então? Apesar de achar que as coisas estão melhorando ainda há muita coisa errada nessas operações.
Carla Farias de Souza
Sexta, 11 de julho de 2008
Incrível. Fascinante este flagrante da natureza da onça em ataque a uma capivara. Parabéns a Tv Descalvados pelo oportunismo e diria, sorte. Creio que um momento como este no Pantanal não deve ser fácil de ver e filmar já que a onça é muito arisca. É uma imagem q me marcou.
José Martins
Quinta, 10 de julho de 2008
Gostaria de entender o porquê da grande dificuldade ou pouco interesse do Poder Público Municipal na identificação de algumas (às vezes muitas) ruas e logradouros públicos de muitos bairros da periferia das cidades brasileiras. A falta de placas denominativas de muitas ruas de bairros da periferia das cidades, gera vários tipos de prejuízos aos seus munícipes, particularmente, nas situações de emergência quando das chamadas de ambulância, polícia, corpo de bombeiros, táxi ou dificuldades para os carteiros, entregadores de encomendas de uma maneira geral e para visitantes da cidade. A falta de placas denominativas nas ruas, muitas vezes, provoca atrasos na chegada das pessoas a seus destinos; conseqüentemente, elas sofrem também perdas financeiras. Quando uma pessoa, na madrugada, procura uma rua, onde não existe placa denominativa e não encontra ninguém para pedir informação, isso acaba virando um martírio. O município que valorizar a fixação de placas indicando a direção de seus bairros, distritos, entradas da cidade, saídas para rodovias, indicação dos principais pontos e instituições de prestação de serviços públicos e com placas denominativas afixada nas esquinas das suas ruas estará favorecendo a todos: moradores e visitantes.
Monsueto Araujo de Castro
Quarta, 09 de julho de 2008
Prezado colega CARLOS ALBERTO SCHNEIDER, o inquérito envovendo a deputada Chica Nunes não irá dar em nada, e será mais um dentre muitos a cair no ostracismo. Você se recorda de um caso semelhante ocorrido com um ex vereador (presidente da câmara na época), que também foi eleito deputado e é conhecido no meio político como diminutivo de dente?? Pois bem, essa figura aprontou coisa idêntica na ocasião, e devido ao corporativismo que impera na classe política o caso foi abafado na época pelo seu sucessor na presidência da câmara (vereador Luiz Marinho) que barrou a CPI do episódio. Ainda bem que esse minúsculo dente não conseguiu mais galgar nenhum cargo público através do voto. Todavia, devemos lamentar mais uma vez o corporativismo da classe política, desta vez da assembléia legislativa que contemplou essa figurinha como assessor parlamentar. Em síntese, o escândalo caiu no esquecimento e o autor foi ainda contemplado com um invenjável cargo público pago por nós contribuintes. Isso é uma vergonha !!!
Laerson Lara

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