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Opinião / WILSON FUÁ
16.07.2017 | 06h44
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É simples ser simples

Ser autêntico e espontâneo e levar a vida na medida das possibilidades são fatores de equilíbrio

Ser autêntico e espontâneo e  levar a vida na medida das possibilidades são fatores de equilíbrio, pois desenvolvendo pouca exigência de si mesma e das outras pessoas, é a própria simplificação da vida.

          

As pessoas são consideradas maduras quando passam  a agir com mais tolerância consigo mesma e menos rígida nos seus julgamentos com os outros, quando se preocupa com o excesso  de vaidade, as coisas simples perdem o encanto.

 

O encanto pelas pessoas é que nos prende ou nos afasta do prazer de estar reunidos pela satisfação de estar por estar. 

              

Essas emoções em busca da felicidade social estão esquecidas dentro de nós mesmos, mas é tão simples ser simples,  e ao encontrá-la ficamos a sorrir dos atos passados fantasiosos e por um momento ficamos sem quer mais nada, pois vivamos entre os idiotas, e ao encontra-nos nesse encontro com nós mesmo,  ficamos a imaginar como seria possível eternizar essa satisfação emocional, mas é nesse estágio da evolução pessoal e espiritual, é, que  passamos a entender a diferença entre as pessoas, aceitando-as como são, e passamos  distingui-las uma das outras, e entre elas estão aquelas que  já encontrou a fórmula mágica do encanto da alma. 

Muitas pessoas são infelizes, apesar de ter milhares de motivos para ser alegres e venturosas, mas por não viver da realidade da sua própria existência, vivem num corpo que não é seu

      

Querer ser e exigir a perfeição das pessoas,  quebra todo o encanto de vida espontânea, por isso,  que vemos nas reuniões sociais, as pessoas que estão escravizadas por querer resumir a sua vida em atos perfeitos, e ainda não entenderam que somos presos as nossas atitudes e quando elas não são bem administradas, passamos a ser o que não somos.

           

Muitas pessoas são infelizes, apesar de ter milhares de motivos para ser alegres e venturosas, mas por não viver da realidade da sua própria existência, vivem num corpo que não é seu,  fazendo  o papel da aparência necessária, tentando agradar aos outros com atos julgados em nome  dos atos  “politicamente correto”, trocando a espontaneidade por uma vida programa e vivem de aparências de um rosto e um corpo estranho a si mesmo. 

         

Querer ser e exigir a perfeição das pessoas,  quebra todo o encanto de vida da espontaneidade, por isso que vemos pessoas alheia ao mundo real e ainda não entenderam que somos presos as nossas atitudes e quando elas no são bem administradas, passamos a ser o que não somos.

 

WILSON CARLOS FUÁ é economista, especialista em Recursos Humanos e Relações Sociais e Políticas.
wilsonfua@gmail.com    




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