O secretário-chefe da Casa Civil, Ciro Rodolpho Gonçalves, afirmou que o Executivo irá priorizar o pagamento dos servidores públicos e dos duodécimos dos Poderes e somente depois analisará como pagar os fornecedores.
Segundo ele, a greve de 10 dias dos caminhoneiros trouxe ao Estado um prejuízo de R$ 86 milhões e não há previsão para recuperar o montante.
“A situação do caixa continua com todo sacrifício. Mas temos tomado medidas para honrar pagamentos obrigatórios. E salário está nessa régua dos obrigatórios. Assim como o duodécimo também está no pacote. É tido pelo governador como repasse obrigatório. É inegociável. O que tem com fornecedores é que estamos analisando”, disse.
Ciro, entretanto, não confirmou que o atraso seja tido como certo. Segundo ele, primeiro o Executivo precisa concluir o “entesouramento” dos valores para os servidores, a serem pagos até o dia 10 de julho.
“Não digo que já optamos por atrasar com fornecedores. Temos até o dia 10 para fechar o entesouramento do pagamento dos salários dos ativos e inativos. Feito isso é que vamos fazer gestão com fornecedores das despesas correntes”, explicou.
Ele descartou que o prejuízo no caixa possa, também, atrasar o salário dos servidores.
“O Estado ficou prejudicado com a greve. O mercado ficou prejudicado com a greve. Mas, com certeza, estamos torcendo para que o Estado continue aquecido e que setor privado continue também aquecido para termos recuperação”, afirmou.
“Não existe nenhum risco de atraso. Está sob responsabilidade do secretário de Fazenda [Rogério Gallo]. Mas não existe risco. O servidor pode ficar tranquilo”, completou.
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10 Comentário(s).
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| daniel cunha 02.07.18 08h55 | ||||
| Lendo essas coisas, respiro aliviado, ainda bem que tem geste que pensa ,e age assim. Já pensou se tivéssemos um governador com uma visão periférica, e mais ampla, poxa vida ai, teriamos um governo desenvolvimentista,progressista em que essa maquina paquidérmica e inapta poderia começar a produzir, e fazer jus ao que recebem pra isso. Mais como? sai um funcionário publico que tem a decisão de gerir, e entra outro com a mesma visão. Vivemos há 12 anos com cada 100 moradores de MT 92 empurrando a carroça para os 8 , e os 8 fazem parte do funcionalismo. Iremos ser o RJ do Centro Oeste, e este governo incompetente não percebe que estão matando a galinha ao invés de comer os frangos, e comer os ovos. Estão asfixiando a iniciativa privada, até matar. E quando isso acontecer, eles , os incautos vão dizer, pronto quebramos o estado. O momento agora era para reduzir em 25 os salários, demitir cerca de 15% dos funcionários estáveis, cortar urgentemente os gastos supérfluos. Mais vc ve na SEDUC -SES-SESP é previsto na LRF. Mais isso não se faz. Vamos em direção a Venezuela. Salvam o estado, e quebra o resto. | ||||
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| Carlos Alberto 01.07.18 18h51 | ||||
| Já existem empresas que está a 9 nove meses sem receber do CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO. | ||||
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| FELICIDADE ALMEIDA QUEIROZ 01.07.18 15h02 | ||||
| Esta alteração de data trouxe muitos problemas quanto aos vencimentos das dívidas com banco. | ||||
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| ELOI WANDERLEY DA SILVA 01.07.18 07h15 | ||||
| Impressionantemente,o estado de MT virou propriedade do funcionalismo público e dos poderes. Quem paga imposto e trabalha sério nesse estado,simplesmente paga a conta e fica marginalizado. 7 594876 594876 11 enviada por: Cláudio José Sônego. Vou responder ao amigo Cláudio José Sônego: O servidor público não tem direito: A - Verbas indenizatórias B - Auxilio moradia C - Auxilio Correios D - Auxilio livros E - Auxilio creche F - Automóvel com motorista Pago com o seu o meu Imposto. E tem tanto outros auxilios. Na minha modesta visão ""auxilio" é uma ajuda a alguém com necessidadnecessidades extrema, o que não é o caso dos poderes ( Executivo, judiciciario e legislativo). Portanto senhor Cláudio José Sônego, primeiro conheça a esteiras e como elas funcionam e depois as comenta corretamente, valeu. Abraço. | ||||
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| ELOI WANDERLEY DA SILVA 01.07.18 06h59 | ||||
| Tava demorando, mais a novela começou, é só aproximar a data de pagamento dos servidores públicos de MT, aí vem uma série de desculpas. Trocam os autores (secretários), mais o mimimi é sempre o mesmo. Pedro Taques num passado bem próximo e com apoio do seu massacrante apoio do seu puxadinho do Paiaguás (ALMMT) mudou a data do pagamento do dia 30 para dia 10 do mês subsequente com promessas mentirosasmentirosa que assim O salário não agradaria de jeito nenhum. Vamos ficar meu povo, nesses camaradas com falsas promessas, acham que nós funcionários públicos de MT Sónia burros. | ||||
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