Cuiabá, Segunda-Feira, 21 de Janeiro de 2019
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10.01.2019 | 11h44 Tamanho do texto A- A+

Governo Mendes propõe redução de R$ 64 milhões no duodécimo

Conforme texto do Executivo, maiores quedas serão nos repasses à Assembleia Legislativa e ao TCE

Alair Ribeiro/MidiaNews

O governador Mauro Mendes, que apresentou projeto na Assembleia Legislativa

CAMILA RIBEIRO E DOUGLAS TRIELLI
DA REDAÇÃO

O governador Mauro Mendes (DEM) entregou aos deputados estaduais na manhã desta quinta-feira (10), o substitutivo da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2019, prevendo uma redução de pouco mais de R$ 64 milhões no que diz respeito ao duodécimo dos Poderes em relação ao ano passado.

 

Conforme o texto elaborado por Mendes, a maior diferença será no repasse à Assembleia Legislativa, em que é proposta uma redução de 7%, passando de R$ 533 milhões para R$ 500 milhões.

 

Logo após, aparece o Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), com uma proposta de redução de 5% no repasse. O órgão teria R$ 344 milhões de duodécimo este ano, frente a R$ 360 milhões em 2018.

 

Para a Defensoria Pública Estadual, o governador prevê a redução de 2,8% no repasse, saindo de R$ 142 milhões, no ano passado, para R$ 138 milhões, em 2019.

 

Já o Judiciário e o Ministério Público tiveram os menores cortes: 0,5% e 0,4%, respectivamente.

 

Pela proposta, Judiciário sairia de um duodécimo de R$ 1,495 bilhão para R$ 1,486 bilhão, enquanto que o MPE passaria de R$ 459,5 milhões para R$ 457,6 milhões.

 

O projeto já está em tramitação na Assembleia Legislativa.

 

O governador tem afirmado que os cortes estão sendo realizados como forma de conter a crise econômica no Estado. 

 

Ele também já elaborou uma reforma administrativa que será apreciada pelo Legislativo e que prevê, entre outros pontos, redução no número de secretarias do Estado, extinção de empresas públicas, além de cortes de servidores comissionados e contratados. 

 




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5 Comentário(s).

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José Izidro   11.01.19 09h19
Há um modo fácil de se esclarecerem as coisas: publiquem-se, para conhecimento de toda a população, um documento contábil mostrando onde é gasto cada Real do dinheiro repassado ao Legislativo, ao Judiciário e ao Ministério Público Estadual. Então, todos teríamos dados que nos permitiriam avaliar se esses valores de duodécimos seriam insuficientes, suficientes ou exagerados. Da maneira como as coisas são tocadas, os cidadãos estão sempre tendendo a não apoiar qualquer medida, porque não acreditam nas palavras das instituições. A clareza real e absoluta seria demonstração de honestidade e ética. Que tal?
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Roberto   10.01.19 20h59
R$ 500 MILHOES pra Assembleia? Pros seus 24 deputados gastarem com que?
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João da Silva Ribeiro  10.01.19 17h22
É muito pouco, pode cortar 50% de todos os duodécimos, vai sobrar dinheiro para saúde e educação.Pra que 500 milhões para Assembléia,1,486 bilhões para o judiciário,MP 457 milhões, estão jogando dinheiro fora, Isso que a sociedade precisa saber, isso é uma vergonha.
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Luciana  10.01.19 15h47
Essa matéria deixou claro o motivo do Estado estar "quebrado". O executivo está pagando para manter os luxos dos poderes, enquanto várias secretarias estão sofrendo com falta de coisas básicas para o atendimento ao público, como material de expediente, esses poderes estão jogando dinheiro pelo ralo, AL R$ 533 milhões??? onde está a crise??? Prédio único no Estado, oferece pouco serviço aos Cidadãos. Judiciário 1,5 Bi??? pra onde vai todo esse valor? Essa redução deveria ser muito maior... Se uma casa está em dificuldades financeiras, todos os membros dela contribuem na economia...
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Aloisio  10.01.19 12h47
É negociando com consciência com medidas de enxugamento da máquina é melhor do que, depois não ter com que pagar e sair da crise. E com a compreensão de todos, é hora de sensibilizarmos com governador que vem lutando com muito esforço, porque isso é bom para MT, Mas o agro negócio, dever repensar e aceitar em contribuir com impostos da taxação a exemplo do seu irmão MS. E também o funcionalismo, deve reaver em esperar um pouco, sem fazer greve no início, assim Deus abençoará a todos em receber e pagar o que deve. dentro das melhores condições.
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