O governador Mauro Mendes (DEM) voltou a defender os incentivos fiscais concedidos a empresas em Mato Grosso. Segundo ele, a retirada dos benefícios pode levar a uma quebra de parte das indústrias instaladas no Estado.
Isso porque, de acordo com o democrata, a carga tributária sobre a energia elétrica e a logística do Estado são entraves para a produção.
“No Estado de Mato Grosso, se cortamos com os incentivos fiscais, grande parte das indústrias fecharia as portas. Aumentaria o desemprego, perderíamos receita. Porque produzir em Mato Grosso é muito mais caro”, afirmou em entrevista recente à Rádio Centro América FM.

“Porque aqui a energia elétrica tem um dos ICMS mais caros do Brasil. Aqui nós temos mais dificuldades de logística, de transporte... Então, para compensar isso e atrair novas indústrias para Mato Grosso, temos que reduzir um pouco a tributação”.
A redução de impostos, na visão de Mendes, faz com que a geração de empregos e o pagamento de tributos indiretos compensem a isenção fiscal.
“Para compensar isso, e atrair novas indústrias para Mato Grosso, temos que reduzir um pouco a tributação para que nós possamos ganhar empregos e o ICMS indireto através da geração de tantas outras cadeias que essas indústrias podem propiciar”, apontou.
Mauro alega que a isenção fiscal não é particularidade de Mato Grosso. E todos os estados, e inclusive a União, têm o incentivo fiscal como política de atração de novos empregos.
“O incentivo fiscal que existe em Mato Grosso não é diferente dos programas de incentivos fiscais que existem em outros estados brasileiros. O Governo Federal também tem um programa de incentivo fiscal. E praticamente em todo o mundo o capitalista existe incentivo fiscal”, concluiu.
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7 Comentário(s).
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| CARLOS EDUARDO 04.02.19 11h47 | ||||
| O problema não é essa politica de incentivos fiscais, o que esta em questão é que essas empresas que ganham incentivo não estão empregando e ainda demitem, não estão cumprindo a legislação. | ||||
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| Zeca 04.02.19 08h45 |
| Zeca, seu comentário foi vetado por conter expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas |
| Claudio José Sônego 03.02.19 17h25 | ||||
| Dininuir os incentivos das emprrsas não pode mas taxar a agropecuária que leva este estado nas costas, pode. | ||||
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| SERGIO 03.02.19 14h15 | ||||
| Muito interessante prezado Governador. O Senhor reconhece que a carga tributária sobre a energia inviabilizaria as indústrias caso não lhes fossem mantidos os incentivos fiscais. Nunca lhe passou pela cabeça baixar esse icms sobre a energia que, aliás, não afeta somente as indústrias. Pense nisso... | ||||
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| Nascimento 03.02.19 06h12 | ||||
| Eu como Contador, concordo com ele, Mas a alegação abaixo: Porque aqui a energia elétrica tem um dos ICMS mais caros do Brasil. Fica fácil de resolver, basta reduzir, e melhorar o escoamento via ferrovias. | ||||
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