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Política / SERVIDORES MUNICIPAIS
21.04.2017 | 12h17
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“Previdência tem déficit de R$ 60 mi e pode ficar insustentável”

Prefeito de Cuiabá diz que mudanças no sistema são necessárias sob pena de virar "bola de neve"

Marcus Mesquita/MidiaNews

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O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro: reforma da Previdência é necessária

DOUGLAS TRIELLI E THAIZA ASSUNÇÃO
DA REDAÇÃO

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (PMDB), afirmou que uma reforma no Cuiabá-Prev, sistema previdenciário da Capital, será necessária para evitar que o crescimento do déficit nas contas se torne insustentável nos próximos anos.

 

A reforma da previdência é uma das exigências do presidente Michel Temer (PMDB). Nas últimas semanas, ele anunciou que os governos estaduais e municipais terão seis meses para aprovar uma reforma para seus servidores. Caso não cumpram a diretriz, serão obrigados a seguir as normas do regime federal.

 

Segundo Emanuel, um dos fundos existentes no município gera déficit de até R$ 60 milhões.

 

“O nosso problema é a previdência dos servidores mais antigos, que é deficitária e que está tirando um dinheiro grande da Fonte 100 para mantê-la. Está na casa dos R$ 60 milhões por ano, o que é muito pesado. Ano passado chegou a R$ 40 milhões, este ano saltou para R$ 60 milhões e se continuar nessa progressão vai ficar insustentável”, disse.

 

Cuiabá tem os seus problemas, mas não é tão grave quanto outros casos. Entretanto, merece todo cuidado, sob pena de virar uma bola de neve

De acordo com o peemedebista, as reformas serão realizadas sem prejudicar o servidor público municipal.

 

Desta forma, ele afirmou que não pretende aumentar a alíquota de contribuição do fundo, uma das propostas do Governo Federal.

 

“As minhas equipes de Gestão e do Cuiabá-Prev estão estudando algumas alternativas que não penalizem o servidor público. Nós temos compromisso com o equilíbrio fiscal, mas penalizar o servidor é um caminho que não será seguido pela minha gestão”, afirmou.

 

O prefeito disse, por fim, que as decisões serão tomadas somente após intensificar o diálogo com os principais interessados.

 

“O momento agora é de conversa. Existe um prazo de seis meses. Posso garantir que Cuiabá tem os seus problemas, mas não é tão grave quanto outros casos. Entretanto, merece todo cuidado, sob pena de virar uma bola de neve. Essa é a grande preocupação”, completou.




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