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15.10.2018 | 16h03 Tamanho do texto A- A+

Temer cria força-tarefa para combate ao crime organizado

Força-tarefa será coordenada pelo GSI e contará com representantes das Forças Armadas, da Polícia Federal e do Ministério da Fazenda

Alan Santos/PR

Presidente da República, Michel Temer

Presidente da República, Michel Temer

GUILHERME MAZUI
DO G1

O presidente Michel Temer assinou nesta segunda-feira (15) decreto que cria uma força-tarefa na área de inteligência, composta por militares e civis, para atuar no combate ao crime organizado, informou a assessoria da Presidência. O decreto tem previsão de ser publicado na edição desta terça-feira (16) do "Diário Oficial da União".

 

Conforme o texto do decreto divulgado pelo Planalto, o grupo será responsável por "analisar e compartilhar dados e de produzir relatórios de inteligência" para auxiliar a elaboração de políticas públicas e as ações do governo no combate a organizações criminosas.

 

O decreto determina ainda que a força-tarefa será coordenada pelo Gabinete de Segurança Institucional da Presidência (GSI). O grupo reunirá representantes (titulares e suplentes) dos seguintes órgãos do governo federal:

 

 

  • GSI
  • Agência Brasileira de Inteligência (Abin)
  • Centro de Inteligência da Marinha
  • Centro de Inteligência do Exército
  • Centro de Inteligência da Aeronáutica
  • Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf)
  • Receita Federal
  • Polícia Federal
  • Polícia Rodoviária Federal
  • Departamento Penitenciário Nacional
  • Secretaria Nacional de Segurança Pública

 

Os representantes dos órgãos na força-tarefa deverão ser indicados em um prazo de até 10 dias a partir da publicação do decreto. Os escolhidos terão reuniões semanais e não serão remunerados pelo trabalho extra.

 

De acordo com o decreto, a força-tarefa produzirá uma “Norma Geral de Ação”, que definirá a rotina de trabalho do grupo. O documento também definirá a troca de informações com o Conselho Nacional de Segurança Pública e Defesa Social.

 

O conselho foi instalado em setembro por Temer e pelo ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann. O colegiado tem papel consultivo e de acompanhamento das atividades na área de segurança pública.

 

O conselho formalizou a implantação do Sistema Único de Segurança Pública (Susp), que prevê a atuação conjunta de diferentes órgãos de segurança federais, estaduais e municipais.

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