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16.09.2018 | 11h49 Tamanho do texto A- A+

Vidotti remarca para dezembro interrogatório de Riva desvios na AL

Ex-deputado é acusado de esquema que deixou o rombo de R$ 3,3 milhões na Assembleia

Alair Ribeiro/MidiaNews

O ex-presidente da Assembleia Legislativa José Riva

O ex-presidente da Assembleia Legislativa José Riva

LUCIELLY MELO
DO PONTO NA CURVA

A juíza Célia Regina Vidotti, da Vara Especializada da Ação Civil Pública e Ação Popular, remarcou, mais uma vez, a audiência de instrução em que ouvirá o ex-deputado José Geraldo Riva sobre um suposto esquema que deixou o rombo de R$ 3,3 milhões na Assembleia Legislativa.

 

A oitiva, que deveria ter ocorrido no último dia 11, foi reagendada para o próximo dia 4 de dezembro.

 

A magistrada decidiu redesignar o interrogatório, pois atua também na 55ª Zona Eleitoral de Cuiabá e foi convocada pelo presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT) para atender a alguma demanda, que não foi detalhada no despacho de Vidotti.

 

A audiência ficou marcada para iniciar às 14h30, no Fórum de Cuiabá, momento que a juíza vai ouvir, além de Riva, as testemunhas arroladas no processo.

 

“Intimem-se as testemunhas, partes e advogados observando-se as determinações constantes nas decisões anteriores, inclusive quanto a intimação das testemunhas arroladas pela defesa dos requeridos”, diz trecho do despacho.

 

Entenda o caso

 

Nesse caso é apurado supostos desvios de verbas públicas da Assembleia Legislativa através da emissão e pagamento de cheques para empresas “fantasmas”.

 

São réus na ação: José Geraldo Riva, Humberto Bosaipo, Guilherme da Costa Garcia, Luiz Eugêncio de Godoy, Nivaldo de Araújo, Geraldo Lauro, Nasser Okde, José Quirino Pereira e Joel Quirino Pereira.

 

De acordo com a denúncia, as investigações se originaram em virtude de notícia e encaminhamento de documentos pela Justiça Federal, que indicavam movimentação financeira envolvendo a Assembleia Legislativa do Estado e a Confiança Factoring Fomento Mercantil (empresa do ex-bicheiro João Arcanjo Ribeiro).

 

Na ação, o Ministério Público descobriu que a Assembleia Legislativa emitiu 58 cheques à empresa W. Z. Kateri & Cia Ltda, causando o rombo de R$ 3.379.273,33 milhões ao erário.

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