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10.11.2024 | 14h40 Tamanho do texto A- A+

Brasileiros que trabalharam em 'Toy Story' falam sobre experiência

Longa de animação completa 30 anos em 2024; Disney comemora feito em São Paulo

Reprodução

D23, evento da Disney que acontece neste fim de semana em São Paulo

D23, evento da Disney que acontece neste fim de semana em São Paulo

LUÍSA MONTE

Uma das franquias de maior sucesso da Disney, "Toy Story" completa 30 anos em 2024. Para comemorar este aniversário especial, o D23, evento da Disney que acontece neste fim de semana em São Paulo, reuniu Jonas Rivera, produtor executivo dos estúdios Pixar, e dois brasileiros envolvidos na produção dos filmes da franquia.

 

Rivera já havia mostrado imagens e falado sobre "Toy Story 5" no primeiro dia de evento. Na próxima sequência, ainda em produção, os brinquedos mais amados do cinema enfrentarão um novo inimigo: a tecnologia.

 

Alguns anos antes de a quinta sequência ser imaginada, Priscila Vertamatti, brasileira de Vinhedo (SP), já fazia de tudo para conseguir seu trabalho dos sonhos na Pixar. "Eu sempre soube que queria fazer animação", disse ela, que estudou na Academy of Art University, em São Francisco, na Califórnia e entrou na produtora como estagiária.

 

Priscila mostrou parte do seu trabalho como animadora e contou que foi responsável pela personagem da professora Wendy em "Toy Story". Ela contou que nas animações da Pixar, cada profissional fica responsável por um personagem ou uma parte específica do filme.

 

Cláudio de Oliveira foi o criador do Garfinho, que aparece em 'Toy Story 4". O animador contou como foi o processo de um objeto simples para um personagem de verdade. "Esse é um personagem simples. Como podemos tornar ele mais humano?", perguntou ele.

 

Cláudio contou que criou vários modelos do personagem em sua casa antes de transformá-lo em animação. "A criança pode brincar com esse brinquedo"?, era o que ele se perguntava.

 

Ele também mostrou o processo de dublagem do personagem falando "trash" e o público pôde ver que nada é tão simples quanto parece.

 

Jonas Rivera também contou sobre seu início na Pixar como um jovem estagiário e como membro da produção do primeiro "Toy Story". "É quase emocional para mim vê-los [os brinquedos] aqui", disse ele.

 

O diretor disse que sempre gostou de trabalhar no estúdio, onde todos eram "tratados como cineastas" e colaboravam com as ideias dos colegas. "O espírito ainda é simples, ainda tem essa colaboração de ideias", opinou ele sobre o momento atual.

 

Rivera contou sobre uma situação em que encontrou Tom Hanks (a voz original do boneco Woody) nos estúdios da Pixar e teve que levar um café para o ator. "Eu levei um café para ele e anos depois eu fui convidado para fazer 'Toy Story'", contou. Recentemente, ao reencontrá-lo, o astro de Hollywood o perguntou: "Você quer um café agora?".

 

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