Cuiabá, Segunda-Feira, 20 de Maio de 2019
INADIMPLÊNCIA
18.04.2019 | 16h29 Tamanho do texto A- A+

Número de dividas cai 6,86% no mês de março em Mato Grosso

Dados são em relação ao mesmo período do ano passado

Reprodução

Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) afirma que situação de MT é melhor que em outros Estados

DA REDAÇÃO

Apesar do número de devedores ter aumentado em 1.51%, o número de dividas reduziu em - 6.86% em Mato Grosso, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

 

Em relação ao número de devedores, o dado ficou acima da média da região Centro-Oeste (0,24%), porém, abaixo da média nacional (2,12%), sendo que na passagem de fevereiro para março esse número cresceu 1,79%. Na região Centro-Oeste ainda, na mesma base de comparação, a variação foi de 2,25%.

 

O levantamento de dados mostra também que a abertura por faixa etária do devedor com participação mais expressiva em Mato Grosso no mês de março foi o da faixa de 30 a 39 anos (27,25%).

 

Já em relação a evolução do número de dívidas, conforme citado acima, em março de 2019, o número em atraso de moradores do Estado caiu - 6,86%, em relação a março de 2018. O dado ficou abaixo da média da região Centro-Oeste (-5,19%) e abaixo da média nacional (- 1,07%). Na passagem de fevereiro para março, esse número cresceu 1,87%. Na região Centro-Oeste, nessa mesma base de comparação, a variação foi de 1,71%.

 

O setor com participação mais expressiva de dívidas no mês pesquisado foi Comércio, com 33,78% do total de dívidas, sendo que o número médio de débitos por devedores , em março de 2019, cada consumidor inadimplente tinha em média 1,935 dívidas em atraso. O número ficou acima da média da região Centro-Oeste (1,914 dívidas por pessoa inadimplente) e acima da média nacional registrada no mês (1,873 dívidas para cada pessoa inadimplente).

 

Para o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Cuiabá), Nelson Soares Junior, o ritmo de recuperação da economia ainda não é o ideal, porém, em Mato Grosso a situação é considerada melhor do que em outros Estados brasileiros.

 

"Ainda temos muito que melhorar para termos outra realidade, com números mais favoráveis, porém, conforme os números do levantamento demonstram, nós temos uma situação diferente e melhor do que a de outros Estados da nossa Região e melhor do que a situação geral do País”, afirma.




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