Cuiabá, Quarta-Feira, 8 de Abril de 2026
CENTRO HISTÓRICO
14.10.2022 | 14h51 Tamanho do texto A- A+

Prefeitura embarga obra e suspeita de garimpo ilegal; imagens

Dono tem 10 dias para apresentar documentação; caso será encaminhado às polícias Civil e Federal

Luiz Alves

Imagem registrada pela Prefeitura de Cuiabá

Imagem registrada pela Prefeitura de Cuiabá

LIZ BRUNETTO
DA REDAÇÃO

 

A Prefeitura de Cuiabá embargou uma obra com escavações que vinha sendo realizada em casarões antigos no Centro Histórico de Cuiabá na manhã desta sexta-feira (14). A suspeita é de que no local esteja havendo garimpo ilegal.

 

Imagens divulgadas pelo Município mostram o solo esburacado no quintal de diversas casas é a paisagem principal, rodeada por areia, água parada e pedregulhos.

 

Em entrevista à TV Vila Real, o secretário municipal de Ordem Pública, Leovaldo Emanoel Sales da Silva, falou sobre a suposta obra e as suspeitas de que ele seja, na verdade, um garimpo ilegal.

 

“Não tem nenhuma característica de obra, nenhum alvará que sustente o que está sendo feito aqui. Não existe acompanhamento de um responsável técnico”.

 

De acordo com o secretário, a obra foi embargada até que o responsável apresente a documentação necessária que a regulamente. Ele tem o prazo de 10 dias para apresentar a documentação.

 

“Até isso acontecer nos vamos pedir aos órgãos de investigação criminal, através da Delegacia de Meio Ambiente, e também a Policia Federal, para verificar a denúncia de prática de garimpo ilegal”, explicou.

 

A descoberta das supostas obras se deu há cerca de dois meses, quando um funcionário do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) fez uma visita à Prefeitura, alertando sobre as obras.

 

“Descobrimos algumas informações que nos vamos compartilhar com a Policia no sentido de auxiliar nas investigações daqui pra frente”.

 

O secretário descarta que tenha havido descuido por parte do Iphan, uma vez que há relatos de ameaças.

 

Ainda de acordo com o secretário, muitos dos que trabalham na suposta obra moram em albergues, ganhando diárias que variam entre R$ 50 e R$ 100.

 

“O nosso objetivo de muitos anos é transformar o Centro Histórico em um centro cultural, centro do turismo e trazer o fomento do comercio”, concluiu.

 

Veja:

 

 

 

 

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