Cuiabá, Domingo, 19 de Maio de 2019
Fogo Amigo
14.05.2019 | 11h32 Tamanho do texto A- A+

Água e óleo

Aproximação com Taques seria suicídio político para Mendes

O ex-governador e o atual, Pedro Taques e Mauro Mendes: não dá liga

DA REDAÇÃO

Em Mato Grosso, não faz o menor sentido a união de Mauro Mendes (DEM) e Pedro Taques (PSDB) no mesmo grupo político.

 

Apesar de movimentos para uma eventual fusão das duas siglas em nível nacional, no Estado seria como tentar misturar água e óleo. Não dá liga.

 

Isso porque Mendes se elegeu ao Paiaguás, no primeiro turno, justamente como a antítese de Taques, que se perdeu em sua gestão e colocou Mato Grosso em meio a um caos financeiro.

 

Só em dívidas, Mendes herdou um rombo de R$ 4 bilhões - fora a desorganização estrutural da máquina. Apesar disso, em poucos meses, a atual gestão fez reformas, ajustes, e já conseguiu reduzir em muito o déficit de caixa.

 

Para se ter uma ideia, em janeiro o rombo era de R$ 168 milhões; em março, foi de R$ 60,9 milhões.

 

Do ponto de vista estratégico, portanto, seria meio que um suicídio político o governador aceitar uma aproximação com Taques, que submergiu para lamber as feridas e assimiliar o baque da derrota.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 




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