A avó do garoto, de 11 anos, disse que ele pediu para ser acorrentado, pois não conseguia parar de usar drogas. Ela tentou colocá-lo em uma clínica de reabilitação pública, porém, não tem vagas. Após o Conselho Tutelar ficar informado da situação, o levou para um hospital, até que tenha lugar em uma clínica especializada.