Familiares relatam a difícil tarefa de identificar corpos decapitados

Em 1º de janeiro de 2017 uma briga entre facções rivais deixou pele menos 56 mortos em um presídio de Manaus. Um mês depois da tragédia há corpos ainda não reconhecidos no Instituto Médico Legal de Manaus. Um familiar relatou ter reconhecido apenas a cabeça do parente decapitado. "

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