Amado fala sobre episódios que marcam a sua história. “Fui preso na ditadura porque trabalhava em uma livraria e deixava os intelectuais lerem os livros proibidos (pela censura). Foi um mês de tortura e um mês de descanso”, revela. Apesar disso, ele não considera o regime militar necessariamente ruim em determinadas situações. “Prefiro a ditadura à essa anarquia que está hoje.