Em meio a manifestações de grupos neonazistas e defensores da supremacia branca em Charlottesville, nos EUA, a cientista aposentada Donna Clerty, de 66 anos, disse sentir "desespero". "Quanto mais cedo essas pessoas saírem daqui, melhor. Elas são, até onde eu sei, cúmplices de um assassinato", disse a americana à BBC Brasil após a morte da ativista Heather Heyer, única vítima fatal da violência que tomou conta dos protestos.