A funcionária pública Claudia Menezes, 50, sofreu um constrangimento dentro de um ônibus por ser negra. Ela contou que conversava com outra passageira, quando, perto de deixar o coletivo, a mulher ofereceu um cartão dizendo que precisava de uma empregada doméstica como ela. "Antes de me ver, ela viu a minha cor, como se a parte que coubesse nesse latifúndio da sociedade pra mim, fosse a porta dos fundos", afirma ela.