A BBC Brasil teve acesso às conversas do grupo por cinco meses para uma reportagem em português e em inglês. Uma das administradoras vende os remédios, que são encaminhados pelo correio. As outras se comportam como "guias" do aborto, responsáveis por acompanhar e "instruir" virtualmente – por mensagens, vídeos e áudios – as mulheres durante o procedimento. Elas não têm formação médica. Apostam na experiência e na dica de enfermeiros e médicos que conhecem.