Cuiabá, Quarta-Feira, 22 de Maio de 2019
REUNIÃO EM BRASÍLIA
14.11.2018 | 15h35 Tamanho do texto A- A+

Mendes afirma que Bolsonaro quer pacto para reduzir despesas

"Agenda caminha para enxugamento da máquina pública e equilíbrio fiscal", disse democrata

Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente eleito Jair Bolsonaro em reunião com futuros governadores, entre eles Mauro Mendes

CAMILA RIBEIRO
DA REDAÇÃO

O governador eleito Mauro Mendes (DEM) participou na manhã desta quarta-feira (14) de uma reunião com o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) e os futuros ministros da Economia, Paulo Guedes, e da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

 

A principal pauta do encontro, realizado em Brasília e que contou com a presença de outros 17 governadores eleitos, foi um “pacto” pelo equilíbrio das contas públicas do País e dos estados brasileiros.

 

“A reunião dos governadores foi extremamente importante para começar o alinhamento de uma agenda de prioridades para o Executivo e para os estados. Preliminarmente, essa agenda caminha para a construção de mecanismos que possam permitir o enxugamento da máquina pública, o ajuste fiscal e o equilíbrio fiscal dos estados brasileiros”, disse Mendes.

 

Preliminarmente, essa agenda caminha para a construção de mecanismos que possam permitir o enxugamento da máquina pública, o ajuste fiscal e o equilíbrio fiscal dos estados brasileiros

Ainda segundo ele, os governadores e o presidente Jair Bolsonaro já agendaram um novo encontro para 12 de dezembro para continuar tratando deste assunto e de temas como possíveis mudanças no pacto federativo.

 

“Vamos trabalhar mecanismos também para o desenvolvimento da nossa economia, mecanismos que façam com que o dinheiro arrecadado na União possa chegar mais rápido até os munícipios, por meio de uma repactuação do sistema tributário brasileiro, o chamado pacto federativo”, afirmou o futuro governador.

 

Segundo Mendes, durante o encontro, Bolsonaro foi bastante enfático ao falar de sua disposição para fazer os enfrentamentos necessários para honrar os compromissos com o Brasil.

 

Ainda segundo ele, o futuro ministro Paulo Guedes afirmou aos presentes no encontro que a ideia do presidente eleito é reduzir a interferência do Estado na economia.

 

“O ministro Paulo Guedes falou claramente que a economia vai ter que ser liberal, de mercado. Precisamos de menos Brasília e mais Brasil. Ou seja, o Governo vai trabalhar para diminuir o tamanho da máquina federal, para que o dinheiro que vem a Brasília - dentro de um novo sistema tributário - possa chegar diretamente onde as demandas estão concentradas, que é nos municípios brasileiros”, disse.

 

“A reunião foi extremamente positiva. Acreditamos que a união dos governadores vai ajudar o governo federal a construir uma agenda para o Brasil, para retomar o crescimento, a geração de emprego e buscar o equilíbrio das contas públicas”, concluiu o democrata.

 

 




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COMENTÁRIOS
6 Comentário(s).

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Max  15.11.18 16h41
Tem que acabar com os desvios de verbas, super salários e a corrupção. Daí sim vai reduzir as despesas.
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Davi  15.11.18 10h41
Uma solução imediata para a diminuição do gasto corrente do estado é a extinção da UNEMAT, já que a educação superior não é obrigação do estado. A UNEMAT consome atualmente 2,5% da receita corrente líquida de todo estado. O salário dos professores praticamente ocupam toda a receita da instituição que paga os maiores salários do Brasil para professores concursados, enquanto isso a estrutura física é decadente, as bibliotecas estão a míngua. Professores recebem salários integrais enquanto estão afastados para cursar mestrado ou doutorado, enquanto o estado é obrigado a pagar um substituto. Um candidato é aprovado neste semestre para pedagogia, no próximo é aprovado para biologia e abandona o primeiro curso, no semestre subseqüente é aprovado em outro curso e deixa novamente o anterior, ocupando reiteradamente vagas que poderiam ser ocupadas por outras pessoas, com inúmeras salas vazias. Os melhores cursos são ocupados por pessoas que teriam condições de pagar uma mensalidade, enquanto para os pobres sobram os cursos menos procurados, com menores possibilidades salariais futuras. Sem contar a distorção salarial entre os professores universitários e os professores do ensino fundamental e médio, que estão estes sim realizando uma atividade obrigatória ao estado. Mas o pior de tudo é que criam cursos sem um estudo de mercado e o mercado não consegue absorver esse contingente, conseqüentemente fabricando engenheiros UBER, advogados UBER, professores catadores de latinha (porque não conseguem emprego) e assim por diante. Ao mesmo tempo é imprescindível fiscalizar a sonegação do agronegócio, que mandou mais de 5 bilhões pro ralo na gestão Taques.
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Mestre Terra  14.11.18 20h04
Fizemos a escolha certa, tenho fé em Deus, que o Presidente Jair Bolsonaro, fara um governo de igualdade, e o Brasil vai ganhar muito com isto, e não tenho duvida que o senhor fará o mesmo senhor governador Mauro Mendes.
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Mara Rubia  14.11.18 18h33
Cuba solicitou o retorno de 11 mil médicos que estão no Brasil.
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Benedito costa  14.11.18 18h27
Benedito costa, seu comentário foi vetado por conter expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas