Cuiabá, Sexta-Feira, 3 de Abril de 2026
R$ 3 MI DE EX-SAÚDE
27.10.2023 | 11h27 Tamanho do texto A- A+

Alvo de operação, policial é flagrado com munição ilegal e detido

A operação investiga um grupo de sete policiais que teriam invadido a chácara de ex-secretário

Divulgação

A operação foi deflagrada na manhã desta sexta-feira em Cuiabá

A operação foi deflagrada na manhã desta sexta-feira em Cuiabá

DA REDAÇÃO

Um dos policiais investigados pela Operação Three Millions, deflagrada na manhã desta sexta-feira (27), é o investigador Fábio Gomes Teles.

 

A operação investiga um grupo de sete policiais acusados de invadir a chácara do ex-secretário de Saúde de Cuiabá, Célio Rodrigues, atrás de R$ 3 milhões.

 

Contra Fábio havia uma ordem judicial de busca e apreensão, mas no imóvel foram encontradas munições irregulares e ele acabou detido. O policial, no entanto, pagou fiança de um salário mínimo e já está em liberdade.

 

A ação cumpriu ordens judiciais de busca, apreensão domiciliar, afastamento da função pública e proibição de porte de arma.

 

O grupo de policiais é investigado por roubo majorado, associação criminosa e fraude processual. A investigação foi realizada pela Corregedoria da Polícia Civil com o apoio da Corregedoria Militar.

 

As ordens judiciais foram decretadas com base em investigações realizadas em inquérito policial instaurado na Corregedoria que apuraram a invasão em uma chácara em Várzea Grande, onde os agentes públicos estariam em busca de R$ 3 milhões, que estariam escondidos no forro da residência. 

 

Célio foi secretário de Saúde na gestão do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB). Ele já foi preso três vezes por suspeita de desvios de recursos. 

 

Na ocasião, os policiais civis e militares investigados detinham a informação sobre o possível esconderijo do dinheiro e se arquitetaram para efetivar a subtração valor, no sentido de obter vantagem indevida.

 

Durante as investigações, foi apurado que os agentes públicos renderam o caseiro do local, sob grave ameaça com uso de arma de fogo, exigindo a localização do dinheiro. Ao final da ação, os investigados subtraíram o DVR e câmeras de segurança da residência para evitar qualquer identificação deles, como forma de dificultar as investigações.

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Graci Miranda  27.10.23 11h47
DEUS OLHE PELA SOCIEDADE.
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