Cuiabá, Sexta-Feira, 6 de Fevereiro de 2026
"FEIA PRA C..."
25.01.2023 | 15h44 Tamanho do texto A- A+

Oficial da PM ofende professora que protestou em assembleia

Leliane Cristina Borges participou de discussão sobre militarização de escola

Reprodução/Redes sociais

Leliane Cristina Borges é professora da Escola Estadual Adalgisa de Barros

Leliane Cristina Borges é professora da Escola Estadual Adalgisa de Barros

ANGÉLICA CALLEJAS
DA REDAÇÃO

O comandante do 9º Batalhão da Polícia Militar, Wanderson da Silva Sá, fez uma publicação em sua rede social ofendendo uma professora da Escola Estadual Adalgisa de Barros, que havia protestado contra a militarização da unidade educacional.

 

A vítima das ofensas foi a educadora Leliane Cristina Borges, filmada durante uma assembleia geral, ocorrida na segunda-feira (23), na qual um oficial da PM apresentava o novo modelo a ser implantado com a militarização.

 

“Para falar a verdade, passei o dia todo vendo estas imagens e cheguei à seguinte conclusão: ela quis se prevalecer do direito de ser… feia pra ‘caraio’. E o oficial não deu moral a ela”, escreveu Sá na publicação.

 

“Acho que o pai dela devia ser trilhonário para pagar o dote dela”, continuou.

 

No vídeo, a professora aparece com os braços abertos, na frente de um oficial, bradando “não concordamos”, enquanto outras pessoas no local gritam “não vai ter golpe”.

 

Após um tempo, um policial intervém e tenta afastar a educadora do oficial, que o ignora e continua o protesto.

 

Posicionamento do Sintep

 

Segundo o Sintep (Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso), a manifestação ocorreu porque o projeto de militarização da escola, localizada em Várzea Grande, já havia sido rejeitado pela comunidade escolar durante audiência pública em dezembro.

  

Veja abaixo o vídeo:

 

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COMENTÁRIOS
52 Comentário(s).

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Carlos  27.01.23 08h25
São esses educadores que defendem a democracia, a tolerância e respeito ao próximo?
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ROGERIO DOS SANTOS SOUZA  26.01.23 23h11
Se o professor fosse um pouco mais valorizado pelo sociedade com certeza o ambiente escolar seria bem mais produtivo, pelos relatos de alguns percebemos a falta de prestigio dos profissionais, essa militarização foge muito das diretrizes basicas da educação, um erro do governo em não ouvir os especialista em educação, policial tem formação para proteger a população e coibir o crime, acho que nem isso eles conseguem fazer, agora querem educar
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Tania Maria  26.01.23 16h27
A postura dessa senhora não condiz com a de uma educadora! Lamentável!!!
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jose rubens  26.01.23 16h03
A MANEIRA DESTA PROFESSORA AGIR DIZ MUITO DE COMO OS ALUNOS AGEM NAS ESCOLAS PUBLICAS. ENGRAÇADO NO DIA ANTERIOR NINGUEM ESCREVEU PROFESSORA OFENDE OFICIAL. ESTE BRASIL ESTA UMA MERDA MESMO , DEUS SALVE NOSSOS FILHOS DESTE TIPO DE PROFESSORA.
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Eduardo Pedroso  26.01.23 14h53
PAD NELA ! Abuso igualzinho a invasão em Brasília...
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