Cuiabá, Sexta-Feira, 6 de Março de 2026
OPERAÇÃO; VÍDEOS
06.03.2026 | 10h50 Tamanho do texto A- A+

Polícia prende DJ acusado de usar “raves” para vender ecstasy e LSD

Operação cumpriu seis mandados de prisão contra grupo suspeito de traficar e negociar armas em MT

Reprodução

Imagens do cumprimento de mandados e do material apreendido

Imagens do cumprimento de mandados e do material apreendido

DA REDAÇÃO

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (6), a Operação Last Loop contra um grupo criminoso especializado no tráfico de drogas sintéticas e que utilizava eventos de música eletrônica como fachada para distribuição de entorpecentes e comércio de armas de fogo.

A estratégia evidencia o nível de organização da quadrilha, que agia de forma estruturada e contínua

 

Foram cumpridas na operação 12 ordens judiciais, sendo seis mandados de prisão preventiva e seis de busca e apreensão domiciliar expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cuiabá. Os mandados foram cumpridos por policiais da Denarc com apoio de uma equipe da Delegacia de Alta Floresta. 

 

Um dos alvos é o DJ, identificado como Thiago Moreira da Cunha Júnior. Segundo a Polícia, ele atuava como organizador de eventos de música eletrônica, criando um ambiente propício para a comercialização de drogas sintéticas como MDMA (ecstasy), LSD e derivados de cannabis, além de cocaína.

 

Dois dos seis investigados já se encontravam presos e tiveram novos mandados de prisão preventiva decretados pela Justiça.

 

A operação foi executada de forma simultânea em Cuiabá, Várzea Grande e Alta Floresta, resultando na prisão de pessoas em flagrante, além da apreensão de drogas e armas de fogo.

 

Investigações

 

As investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), revelaram que o grupo escolhia deliberadamente o ambiente das festas eletrônicas para operar. Os elementos coletados durante as investigações, demonstraram que o grupo criminoso possuía uma estrutura organizada e a regularidade das transações.

 

Os investigados adotavam métodos sofisticados para dificultar o rastreamento financeiro das operações. Os pagamentos eram realizados via Pix em contas de empresas e de terceiros (laranjas), tornando mais complexa a identificação da origem dos recursos pelos órgãos de controle.

 

“A estratégia evidencia o nível de organização da quadrilha, que agia de forma estruturada e contínua”, explica o delegado responsável pelas investigações, Eduardo Ribeiro.

 

Além do tráfico de entorpecentes, as investigações revelaram que os investigados também estavam envolvidos em negociações de material bélico. O comércio ilegal de armas somava-se ao portfólio criminoso do grupo, ampliando a gravidade das infrações investigadas.

 

Last Loop faz alusão direta a esse modus operandi, sendo um termo usado por DJs para indicar a última repetição de uma faixa musical antes do encerramento.

 

A operação integra os trabalhos de planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da  Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado. 

 

Veja:

 

 

 

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Operação Last Loop

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