O sargento Djalma Aparecido da Silva foi assassinado com diversos tiros na cabeça na tarde de segunda-feira (22), em Pedra Preta (244 km de Cuiabá). A Polícia Militar mobilizou todas as forças em uma "caçada" uma pelos assassinos.
O policial estava fazendo uma caminhada em frente ao ginásio poliesportivo da cidade, quando ocupantes de um carro Renault Sandero prata passaram e atiraram nele. Após o crime, eles incendiaram o Renault.
Há possibilidade de que o crime tenha sido feito por uma facção, pois Djalma participou de um confronto em Alto Garças que resultou na morte de um faccionado.
Para encontrar os assassinos, o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), o Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) e a Força Tática foram acionadas para reforçar as buscas.
A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) dirige as investigações do caso, através do coronel Fernando Augustinho.
A Polícia Técnica (Politec) foi acionada para periciar o local e recolher o corpo. A Polícia Civil investiga o assassinato.
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3 Comentário(s).
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| Wagner Diamond 23.01.24 12h11 | ||||
| Essa mesma força tarefa deveria ser empregada par qualquer cidadão independente de cargo ou função. | ||||
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| ronaldo 23.01.24 11h43 | ||||
| As forcas de seguranca ja perderam faz tempo pra criminalidade, infelizmente a policia faz seu papel mas a injustica brasileira e cega , e e contra o estado e os cidadaos de bem. que comecem os jogos | ||||
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| Eduardo 23.01.24 09h55 | ||||
| O Ministério da Justiça não vai auxiliar nas investigações igual no Guarujá? Não né, lá morreu bandido. Polícia não precisa de apoio. | ||||
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