O deputado estadual Júlio Campos afirmou que a desfiliação do deputado Eduardo Botelho do União Brasil foi uma "saída" para conseguir acomodar outros nomes na chapa para Assembleia Legislativa, na eleição deste ano.

Além de Botelho e Julio, o União contava com os deputados Dilmar Dal'Bosco e Sebastião Rezende. O fato de haver quatro parlamentares que vão à reeleição travava a vinda de nomes para "somar votos" e garantir a eleição no Legislativo. Um dos episódios foi da vereadora de Cuiabá, Michelly Alencar, que chegou a dizer que ela servia "apenas para cumprir cota obrigatória".
Em meio a esse impasse, Botelho deixou o União e se filiou ao MDB, da deputada estadual Janaina Riva.
“Tivemos uma conversa ampla de vários dias e para viabilizar uma chapa ampla, com vários candidatos, era necessário sair um deputado. O deputado Botelho foi sorteado para filiar ao MDB, que estava precisando desse reforço, e nós ficamos três parlamentares”, explicou ele em conversa com imprensa nesta terça-feira (7).
O resultado, disse, foi a adesão de outros pré-candidatos, que ele não nominou quais. “Nós conseguimos agregar mais 15 outros candidatos e candidatas para vir somar no projeto. Devemos eleger quatro deputados estaduais novamente”, calculou.
O deputado tem estimativa de que o partido terá bom desempenho nas urnas em outubro.
“Nosso projeto é eleger quatro deputados estaduais. Eleger os três estaduais e uma nova ou novo deputado”, disse.
O União Brasil tem atualmente 18 pré-candidatos e pretende ter o número máximo de 25 nomes até a convenção em julho.
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