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17.03.2026 | 07h00 Tamanho do texto A- A+

Coronel nega ‘chapa da morte’: “Em 2022 falaram a mesma coisa”

No ano o partido elegeu quatro das oito cadeiras de MT; quatro tentarão se reeleger pelo PL

Victor Ostetti/MidiaNews

A deputada Coronel Fernanda, que também relembrou sua trajetória em 2022, quando foi eleita

A deputada Coronel Fernanda, que também relembrou sua trajetória em 2022, quando foi eleita

GIORDANO TOMASELLI
DA REDAÇÃO

A deputada federal Coronel Fernanda (PL) minimizou a competitividade da chapa do PL para a Câmara Federal. Ao ser questionada se a sigla estaria montando uma "chapa da morte", termo usado quando muitos candidatos fortes disputam poucas vagas, ela lembrou que as mesmas previsões pessimistas foram feitas em 2022.

Quanto mais pessoas de nomes bons e que tenham votos consolidados, melhor é. E o PL vai ser como foi em 2022

 

No ano em questão, o partido elegeu quatro das oito cadeiras destinadas a Mato Grosso na Câmara. Agora, o objetivo é tentar manter o número. 

 

“Quando fui candidata em 2022, também falaram a mesma coisa, que era difícil. Quanto mais pessoas de nomes bons e que tenham votos consolidados, melhor é. E o PL vai ser, como foi em 2022, um partido de referência para o povo mato-grossense”, disse em entrevista ao MidiaNews.

 

“Vamos tentar o máximo de vagas possível. O PL tem condições de ser o partido mais bem votado do estado de Mato Grosso”, acrescentou.

 

Fernanda também minimizou o fato de que a disputa pode ficar inviável a qualquer concorrente sem mandato, já quatro deputados com mandato irão disputar a reeleição pela sigla, levando em conta que Coronel Assis, hoje no União Brasil, deve se filiar ao PL até o início de abril. 

 

Outros nomes devem ser os dos deputados Nelson Barbudo e Rodrigo da Zaeli. Já o deputado José Medeiros será o candidato ao Senado.

 

Para a deputada, a presença de nomes com votos consolidados e perfis qualificados é um ativo positivo para o partido, e não um entrave para novos postulantes, já que quanto mais nomes fortes, maior será o quociente eleitoral da legenda.

 

“Não inviabiliza, eu acho que não. A política é construída com todos, todos têm que estar vindo. Nada é seguro, o que vai fazer você chegar lá ou não vai ser seu trabalho”.

 

A deputada, que irá disputar a reeleição, relembrou que em 2022 não tinha mandato e que conseguiu um bom desempenho nas urnas.

 

“No meu caso, o que valeu foi meu trabalho dos quatro anos, meu trabalho durante a pré-campanha, e assim vai ser de qualquer pessoa. Eu não era política, eu não tinha cargo político, né? Mas eu não me acovardei e fui pra frente e consegui ser a sétima mais votada”, encerrou.

 

Veja o vídeo:

 

 

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