O ex-presidente da Aprosoja, Antônio Galvan, avançou na conversa com o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (Podemos) para se filiar à sigla e concorrer ao Senado. A definição se ele filia ou não ao partido deve sair na semana que vem. Seu nome se encaixa como perfil desejado pela chamada direita raiz no Estado.

Eles se reuniram nesta sexta-feira (13), a quarta vez, segundo o produtor rural. Em 2022, Galvan teve 337 mil votos (25,95% dos votos válidos) e ficou em segundo lugar na eleição do senador Wellington Fagundes (PL). A votação é o motivo do peso político dele para concorrer de novo.
“Ele deixou muito claro, que o que depender dele, como presidente do partido, ele aceita eu fazer a filiação no Podemos e disputar ao Senado sem problema nenhum”, disse Galvan nesta sexta-feira (13) à imprensa.
Max, que é presidente do Podemos, afirmou que não há uma definição sobre a adesão dele ao partido ainda porque o produtor rural ainda deve ter conversas com outros quatro partidos: Agir, PRD, Avante e Novo.
Ele vai consultar os pré-candidatos a deputado federal e a deputado estadual para decidir sobre a filiação ou não do ex-presidente da Aprosoja ao partido.
“Não tem nada definido ainda, ele está conversando para fazer um fechamento. Esperamos que a gente possa avançar nos próximos dias para um desfecho desse, de uma filiação dele, ou de uma composição, ou algo nesse sentido”, explicou o presidente da Assembleia Legislativa.
Galvan elogiou o fato de se filiar a um partido com boa estrutura, como 28 prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e ex-prefeitos que se filiaram com Max no sábado (7) passado. Ele foi uma das importantes lideranças políticas do Estado que prestigiaram a filiação de Max ao partido.
O produtor rural saiu do seu antigo partido, DC, porque em fevereiro o presidente nacional da sigla disse a ele para concorrer a deputado federal e não mais ao Senado, e sim suplente na função. Ele e a mulher, a advogada Paula Boaventura, deixaram o partido após a proposta.
Vagas ao Senado
A disputa ao Senado deve ser uma das mais acirradas em Mato Grosso. Neste ano, os eleitores de todo o Brasil elegem duas vagas para a função.
Galvan, se viabilizar a candidatura, deve enfrentar como pré-candidatos o governador Mauro Mendes (União Brasil), que deve renunciar ao cargo dia 31 de março para se candidatar.
Além da presidente do MDB, deputada estadual Janaina Riva, o deputado federal José Medeiros (PL); o ministro da Agricultura e Pecuária e senador licenciado, Carlos Fávaro (PSD); e o ex-governador Pedro Taques (PSB), entre outros que devem se confirmarem na disputa até as convenções partidárias no início de agosto.
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