Cuiabá, Sexta-Feira, 3 de Abril de 2026
FORA DO "SPC"
31.08.2009 | 07h31 Tamanho do texto A- A+

Justiça "limpa" nome de empresa acusada de fraude

Anildo Barros, sai da lista de inadimplentes, por decisão do Tribunal de Justiça

Marcos Bergamasco

Tribunal de Justiça limpa nome da Gemini, que é acusada de integrar esquema de fraude em licitação

Tribunal de Justiça limpa nome da Gemini, que é acusada de integrar esquema de fraude em licitação

BRUNO GARCIA
DA REDAÇÃO

A empresa Gemini Projetos Incorporações e Construções Ltda., comandada pelo ex-prefeito de Cuiabá, Anildo Lima Barros, preso durante Operação Pacenas, da Polícia Federal, conseguiu no Tribunal de Justiça de Mato Grosso uma decisão para que o nome da construtora seja retirado do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), bem como, o apontamento negativo em agências bancárias.

Através de um agravo de instrumento, proposto pela Gemini, a desembargadora Maria Helena Gargaglione Póvoas determinou ao Cartório de Protesto de Títulos de Cuiabá, Cartório da Comarca de Várzea Grande, Serasa, SPC e ao Banco Bradesco, a baixa de qualquer apontamento negativo relacionado à empresa de Anildo. .

Além da Gemini, todos os sócios foram beneficiados pela decisão. "A baixa de qualquer apontamento negativo em nome da Gemini Projetos Incorporações e Construções Ltda., bem como de seus sócios e que deixem de proceder novas restrições pelo período disposto no § 4º do art. 6º da Lei 11.101/2005 a contar do deferimento da recuperação judicial", diza decisão judicial.

A Gemini entrou em processo de recuperação judicial, em julho passado. O pedido foi autorizado pelo juiz da Vara Especializada de Falência e Concordata da Comarca da Capital, Marcos Aurélio dos Reis Ferreira.

A empreiteira de Anildo Lima Barros tem até o final do próximo mês para apresentar o plano para pagamento das dívidas aos credores, quando será apresentada a dívida da empresa. Sabe-se que o capital social da Gemini é de R$ 3,5 milhões.

A empresa é integrante do Consórcio Cuiabano, grupo que, segundo o Ministério Público Federal, fraudava licitações de obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), em Cuiabá e Várzea Grande. As outras duas empresa do esquema, segundo a Polícia Federal, são a Três Irmãos, dos irmãos Carlos e Marcelo Avalone, e a Concremax, de Jorge Pires de Miranda.

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3 Comentário(s).

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Roberto  31.08.09 18h09
Além de desviarem dinheiro público,ainda consequem benefícios da justiça.
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Ivi Nedeo  31.08.09 11h46
Essa é a justiça.
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ethiel barreto filho  31.08.09 11h01
eles tudo podem, isso é Brasil
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