O governador Mauro Mendes (União) voltou a defender o projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2026, que prevê receitas na ordem de R$ 40,7 bilhões. O texto tem sido alvo de criticas de parte de deputados estaduais por, segundo eles, estar com valor subestimado.
Na última semana, seis deputados pediram vista da LOA e adiaram a primeira votação, que deve ocorrer apenas na quarta-feira (26).
“É natural que o parlamento faça essa discussão. Não tem problema. Nós vamos mostrar porque da necessidade e no final vai vingar a racionalidade”, disse.
Segundo Mendes, o projeto segue o modo conservador com que o Governo do Estado tem tratado as contas públicas desde que entrou na gestão, em 2019.
“São os melhores anos da história de Mato Grosso a nível de investimento e de resultado. Nós somos precavidos na hora de estabelecer o orçamento, segura as despesas com isso, e quando vai acontecendo verdadeiramente a receita nós vamos abrindo o orçamento”, disse.
Nos últimos anos, o Governo tem feito investimentos acima dos 15%, e neste ano deve alcançar investimento em obras em 20% do orçamento.
Mendes apontou que, desde os primeiros anos do Governo sido adimplente com os fornecedores do Estado e pedido aos deputados para que haja a aprovação no ano anterior a execução financeira.
É que, em Governos anteriores, o orçamento era aprovado no início de fevereiro e isso contingenciava o orçamento em um mês.
“Nunca nenhum fornecedor ficou sem receber nesse período como historicamente sempre aconteceu em Mato Grosso. A nossa forma de planejar e executar o orçamento tem dado excelentes resultados a Mato Grosso, ninguém pode falar que esse Governo está errado”, disse.
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