Pré-candidato ao Senado Federal, o ex-governador Mauro Mendes (União) disse nesta quarta-feira (1º) que não pretende adotar uma campanha baseada em ataques pessoais na disputa eleitoral que ocorre em outubro.

“Quem não tem muito conteúdo, normalmente usa desse expediente. Político vazio, sem escrúpulos usa desse expediente Eu nunca ataquei ninguém, posso até reagir duramente a ataques que são feitos. Mas nunca dei o primeiro tiro em ninguém e não pretendo”, disse.
Essa é a primeira declaração à imprensa dada por Mendes após deixar o cargo, na última terça-feira (31). Ele esteve na sede do União Brasil, sigla a qual é presidente, para definir filiações e montar chapa de deputados federais e estaduais.
Na entrevista, Mendes criticou políticos que usam de estratégia eleitoral e associou a prática à falta de conteúdo por parte de candidatos.
“Eu tenho qualidades e predicados que possa defender uma eventual pré-candidatura ou candidatura em cima deles. Não preciso mostrar que o outro é pior. ‘Aquele é pior, então vote nesse aqui que é menos’”, disse.
“Se alguém usar isso, é porque é tão ruim, mas tão ruim, que não consegue justificar o voto nele. Tem que tentar mostrar que o outro é muito ruim. Isso é o pior tipo de político que tem”, emendou.
“Quente e com muita canelada”
A declaração de Mendes ocorreu após ser questionado sobre uma análise feito pelo presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (PSB), que disse que a eleição “começou quente e com muita canelada”.
“Me deixa um pouco preocupado o nível em que a campanha possa chegar", disse.
É que nos últimos dias, o grupo de Mendes foi surpreendido com a destituição da presidência do PRD Estadual. A sigla era comandada pelo seu aliado de primeira hora o suplente de Senado Mauro Carvalho, e tinha a pretensão de acomodar aliados.
Agora, o grupo faz um rearranjo entre partidos e candidatos para tentar eleger, em outubro, políticos aliados.
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