Cuiabá, Sábado, 11 de Abril de 2026
"GOVERNO POPULISTA"
11.04.2026 | 09h40 Tamanho do texto A- A+

Pivetta detona gestão de Lula: "Levando o Brasil para o buraco"

O governador afirmou que vai manter a relação institucional com a União, mas se declarou oposição

Victor Ostetti/MidiaNews

O governador Otaviano Pivetta disse não concordar com a atual gestão do país

O governador Otaviano Pivetta disse não concordar com a atual gestão do país

VITÓRIA GOMES
DA REDAÇÃO

O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) afirmou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “vem errando muito” na condução do país e acusou a gestão federal de provocar a “destruição da economia”.

 

Governo populista, gastador, gasta mal, provoca a destruição da economia e das oportunidades, porque gasta mais do que arrecada

Em entrevista à rádio Verde FM, Pivetta deixou claro que se coloca como oposição ao Governo Federal.

 

“Eu sou oposição, acho que o Governo Federal vem errando muito com o Brasil. Governo populista, gastador, gasta mal, provoca a destruição da economia e das oportunidades, porque gasta mais do que arrecada e isso vai captar no mercado”, disse.

 

Ele também criticou o cenário de juros elevados no país e rebateu as críticas direcionadas ao Banco Central. “Os juros nas alturas não são problema do Banco Central, porque esse presidente falava do Roberto Campos Neto todo dia criticando, agredindo”, afirmou.

 

O governador ainda defendeu que decisões de gestão nem sempre agradam a população, mas são necessárias para o equilíbrio das contas públicas. Ele citou como exemplo o que a gestão do ex-governador Mauro Mendes (União) fez para recuperar a economia do Estado.

 

“Governar não é sempre fazer o que as pessoas querem que seja feito. Governar é olhar para frente e definir rumos que, muitas vezes, vão descontentar uma parcela da população. O importante é satisfazer a maioria da população e cumprir o papel do Estado”, disse.

 

"Veja o que fizemos em Mato Grosso. Enfrentamos medidas impopulares, fizemos as reformas necessárias e devolvemos o Estado ao povo. O Estado gastava tudo que arrecadava para manter seu corpo, não sobrava nada”, afirmou.

 

Mesmo com as críticas à condução do petista, o governador afirmou que vai manter a relação entre o Estado e a União no campo institucional.

 

“Estou governador do Estado de Mato Grosso e governador é uma instituição, não é uma pessoa física. Tenho que defender os interesses do meu povo e preciso respeitar o Brasil, preciso respeitar o presidente. Institucionalmente vamos ter uma relação formal”, afirmou.

 

“Vejo claramente que esse governo não cumpre o papel do Estado e nós precisamos mudar isso. Eu respeito a instituição do presidente Lula, porém não vou estar alinhado com ele, não concordo com esse jeito de governar que está levando o Brasil para o buraco”.

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