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24.12.2022 | 10h45 Tamanho do texto A- A+

Senado do PT foi convidado para comandar Petrobras

A ideia é divulgar o nome com a próxima leva de ministros, o que deve ocorrer na terça-feira

Agência Senado

O senador Jean Paul Prates

O senador Jean Paul Prates

DA FOLHAPRESS

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) convidou o senador Jean Paul Prates (PT-RN) para assumir a presidência da Petrobras e pretende anunciá-lo na próxima semana.

 

A ideia é divulgar o nome com a próxima leva de ministros, o que deve ocorrer na terça-feira (27).

 

O parlamentar foi um dos coordenadores do grupo técnico de Minas e Energia do gabinete de transição.

 

Integrantes do PT dizem que não há impedimento legal para que ele ocupe o posto – ou seja, não seria necessário alterações na Lei das Estatais para que a nomeação seja realizada.

 

O estatuto da Petrobras inclui a restrição a integrantes de campanhas políticas. Como mostrou o jornal Folha de S.Paulo, especialistas e conselheiros da estatal ainda não têm avaliação sobre possíveis restrições ao nome de Prates.

 

O senador buscou se afastar formalmente da campanha de Lula e não assumiu funções de coordenação no processo. Ele ajudou nas discussões a respeito de políticas para a área durante a formulação do plano de governo.

 

O economista e cientista social William Nozaki, que integrou o grupo de trabalho de Minas e Energia do gabinete de transição, é citado como um dos cotados para uma diretoria da Petrobras.

 

Com a ida de Prates para a estatal, o senador Alexandre Silveira (PSD-MG) é o mais cotado para o Ministério de Minas e Energia.

 

A pasta inicialmente contemplaria o MDB. A bancada do partido no Senado, porém, abriu mão da indicação para o PSD.

 

Durante a transição, o futuro indicado para a Petrobras defendeu a criação de algum mecanismo que sirva como "colchão de amortecimento" para as flutuações dos preços dos combustíveis. Prates também acrescentou que a política de preços de combustíveis é "do governo", não da Petrobras.

 

"Quem define política de preço de qualquer coisa no país, se vai intervir ou não, se vai ser livre ou não, se vai ser internacional ou não, é o governo. O que está errado e a gente tem que desfazer de uma vez por todas é dizer que a Petrobras define política de preços de combustível. Não vai ser assim. Vai seguir a política do governo? Claro", afirmou.

 

Prates também disse que o novo conselho da Petrobras deve rever a política de distribuição de dividendos.

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