O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), afirmou que demitirá servidores da Educação que fizerem o que chamou de “campanha eleitoral” nas escolas no período eleitoral, que começa em agosto desse ano.

Segundo ele, servidores foram “cooptados” em eleições passados para atuar como ‘cabos eleitorais’ dentro das unidades. Abilio disse que não tolerará episódios assim este ano.
“Não quero que as nossas escolas, nossos professores, coordenadores e secretários sejam cooptados, chantageados ou ameaçados por ninguém e nem transformados em cabos eleitorais”, disse em discurso na abertura da Semana Pedagógica, evento realizado pela Secretaria Municipal de Educação.
“Neste ano, o diretor que estiver cooptando alguém para participar de reunião ou de processo político, vou tirar. O coordenador que ameaçar, chantagear, vou tirar. É um código de ética da Prefeitura de Cuiabá, a escola é da sociedade”, acrescentou.
O prefeito disse que ficou sabendo do caso de uma diretora que foi ameaçada de demissão por alguém que não faz mais parte da gestão caso não apoiasse determinado candidato, mas que isso não acontecerá mais.
“Se isso já aconteceu no passado e alguém no passado foi lá participar de reunião, participar de apoio, não sei o que, por medo de perder o cargo, medo de perder o emprego, isso agora acabou”.
“Se alguém usa o meu nome para falar alguma coisa, é mentira. Não vá. Não faça deste ano pedagógico um ano eleitoral”, afirmou.
Desde que assumiu, Abilio tem combatido manifestações políticas na gestão. Outro caso de repercussão aconteceu em julho de 2025, durante a Conferência Municipal do Sistema Único de Saúde (SUS), quando ele interrompeu a fala de uma professora após ela fazer o uso do pronome neutro “todes”.
Veja o vídeo:
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