O secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo, afirmou que não descarta a possibilidade de integrar a chapa do governador Mauro Mendes ao Senado como suplente nas eleições deste ano.

Questionado sobre o cenário, Gallo disse que, diante das articulações políticas em andamento, todas as possibilidades seguem em aberto.
“Na medida em que existem vagas, tudo é possível”, declarou o secretário em coletiva à imprensa.
Nos bastidores políticos, já circula a informação de que a eventual chapa de Mauro Mendes ao Senado poderia ter como primeiro suplente o ex-senador Cidinho Santos, atual presidente do conselho administrativo da concessionária Nova Rota do Oeste. A segunda suplência, segundo essas especulações, ficaria com Gallo.
Até o momento, porém, Mendes não confirmou a composição da chapa e sequer oficializou se disputará uma vaga no Senado. O governador tem afirmado que anunciará sua decisão entre os dias 31 de março e 1º de abril.
Durante entrevista, Gallo também foi questionado sobre a possibilidade de deixar a Secretaria de Fazenda no dia 31 de março, prazo associado às desincompatibilizações exigidas pela legislação eleitoral. Segundo ele, a saída do cargo ainda não está definida.
“É possível. Não sei se é provável, mas é possível”, afirmou.
Apesar das incertezas sobre seu papel na disputa eleitoral, Gallo reforçou que o grupo político tem objetivos centrais no pleito deste ano.
“O futuro a Deus pertence e o que nós temos como meta é reeleger o governador Otaviano Pivetta, eleger o governador Mauro como senador e os nossos parceiros”, disse.
Ida para Casa Civil
Gallo ainda falou sobre as especulações de que poderia assumir a Casa Civil do governo estadual caso Mendes deixasse o comando e assumisse o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos).
O secretário, no entanto, negou a hipótese e explicou que qualquer mudança no primeiro escalão depende antes da eventual desincompatibilização do governador.
“Primeiro tem que acontecer o primeiro processo, que é a desincompatibilização do governador. Se ela acontecer e o vice-governador Otaviano Pivetta assumir, obviamente nós teremos algumas cadeiras no Governo do Estado a serem realocadas, porque também haverá desincompatibilizações, inclusive a do próprio secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia”, explicou.
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