Cuiabá, Terça-Feira, 17 de Março de 2026
BBB 26
17.03.2026 | 17h00 Tamanho do texto A- A+

Consumo de carne crua gera alerta sobre riscos à saúde; vídeo

Atitude da participante Gabriela reacende debate sobre segurança alimentar e perigos de infecções graves por patógenos

Reprodução/TVGLOBO

Ilustração

CAMILA SANTOS
DO METRÓPOLES

O comportamento da participante Gabriela no Big Brother Brasil 26 tem provocado intensos debates nas redes sociais e preocupação médica. A “sister” foi flagrada consumindo carne bovina totalmente crua durante o preparo de refeições, hábito que ela afirma manter fora da casa.

 

Mesmo após alertas de outros confinados e da produção, a persistência na prática — seguida de relatos de mal-estar gastrointestinal — levanta um sinal vermelho para os riscos sanitários envolvidos.

Entenda

 

Risco biológico: carnes cruas são ambientes ideais para bactérias como Salmonella e E. coli, que causam infecções severas.

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Parasitoses: a ingestão de fibras musculares sem cozimento é a principal via de transmissão da Taenia saginata (solitária).

 

Contaminação cruzada: em um ambiente coletivo, o manuseio de carne crua aumenta o risco de espalhar microrganismos para outros alimentos.

 

Fator psicológico: o hábito pode refletir uma busca por controle de identidade ou diferenciação em um ambiente de alto estresse.

 

Os perigos invisíveis no prato

 

Embora pratos como o steak tartar existam na gastronomia, a nutricionista e psicóloga Cibele Santos esclarece que o consumo seguro exige um rigor extremo na procedência e manipulação, algo dificilmente replicado em uma cozinha de uso comum como a do reality. Sem o processo de cozimento, o organismo fica exposto a patógenos que podem levar a quadros de desidratação crítica e hospitalização.

 

“O calor é o único método 100% eficaz para garantir que o alimento esteja seguro. O cozimento funciona como uma barreira física necessária”, explica a nutricionista.

 

Além das bactérias, a especialista alerta para o risco de cisticercose e outras parasitoses que podem comprometer a saúde a longo prazo.

 

O impacto do confinamento

 

Além da questão biológica, o comportamento de Gabriela possui camadas psicológicas.

 

Segundo a especialista, em um cenário de confinamento e vigilância constante, manter hábitos exóticos pode ser uma tentativa inconsciente de preservar a própria identidade. No entanto, quando o “gosto pessoal” ignora os limites da biossegurança, ele coloca em risco não apenas o indivíduo, mas o coletivo.

 

Dentro da casa, a preocupação dos internautas aumentou após a participante relatar episódios de náuseas.

 

Nas redes sociais, o público cobra uma postura mais rígida da produção, visto que a prática compromete a integridade física da participante em um jogo onde a saúde é fundamental para a permanência.

 

 

Fonte: https://www.metropoles.com/vida-e-estilo/bbb-26-consumo-de-carne-crua-gera-alerta-sobre-riscos-a-saude




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CELSO da silva bueno  17.03.26 17h33
Etiópia: Comer carne crua (especialmente bovina) é uma prática comum, considerada uma iguaria e um sinal de status social. O prato é servido muito fresco, geralmente em celebrações. Itália: Famosa pelo Carpaccio (fatias finíssimas de carne bovina crua com temperos) e pela Carne Cruda da região do Piemonte. A carne de cavalo crua também é consumida em certas regiões. França: O Steak Tartare é um prato clássico, feito com carne bovina picada na ponta da faca, temperada com cebola, alcaparras, pimenta e, frequentemente, uma gema de ovo crua por cima. República Tcheca: O Tatarák (tartare de carne) é muito popular e apreciado com torradas de alho. Japão: Além do peixe, o Japão consome Basashi (carne de cavalo crua) e, em alguns lugares, Torisashi (frango cru). Alemanha/Polônia: Hackepeter ou Mett é carne de porco crua temperada, geralmente consumida no café da manhã ou em lanches, servida sobre pão. América do Sul (Brasil/Uruguai): O Carpaccio é comum, e no sul do Brasil, pratos influenciados pela imigração europeia, como o Hackepeter, também podem ser
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