Uma estreia catártica. Assim podemos definir o primeiro show de Luísa Sonza no Coachella, festival que acontece na Califórnia, EUA. A artista subiu ao palco Gobi no último sábado (11) para apresentar ao vivo, pela primeira vez, o projeto “Brutal Paraíso” — e saiu de lá ovacionada, com direito a emoção transbordando nos bastidores.
Pensado especialmente para o formato de festival, o show mergulhou em uma estética urbana com referências ao brutalismo. Sem pausas, a apresentação apostou em um fluxo contínuo, coreografias intensas e um contraste entre cenografia sóbria e figurinos marcantes. A direção criativa é assinada pela própria cantora ao lado de Flávio Verne.
— Esse show é onde tudo se mistura: o prazer, o caos, a vulnerabilidade… É o momento em que o Brutal Paraíso ganha vida de verdade — conta Luísa.
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No repertório, faixas do novo projeto como “Loira Gelada” e “Santa Maculada” dividiram espaço com hits que ajudaram a consolidar sua trajetória, como “Modo Turbo” e “Anaconda”. Um dos pontos altos da noite veio com a participação surpresa da cantora argentina Emilia Mernes, que subiu ao palco para cantar “Bunda” e “Motinha 2.0 (Remix)”, reforçando a conexão latina que atravessa o novo momento da artista.
O encerramento ficou por conta de “Telefone”, um dos destaques de “Brutal Paraíso”, maior estreia de uma artista brasileira em 2026 no Spotify.
Mas foi fora do palco que veio uma das cenas mais marcantes da noite. Logo após a apresentação, Luísa foi flagrada chorando nos bastidores, sendo acolhida por sua equipe. A artista ainda retorna ao festival para uma segunda apresentação no próximo dia 18. Depois de um começo desses, a expectativa só cresce.
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