Cuiabá, Quinta-Feira, 26 de Março de 2026
RISCO À SAÚDE
15.04.2025 | 15h05 Tamanho do texto A- A+

Doze alunos são perfurados com agulha em escola de MT

Adolescente pegou estojo do pai e levou para a escola, onde colegas fizeram o teste de glicemia

Reprodução

Caso ocorreu na escola estadual José Domingos Fraga

Caso ocorreu na escola estadual José Domingos Fraga

ANDRELINA BRAZ
DA REDAÇÃO

Doze estudantes, com idades entre 12 e 13 anos, foram encaminhados a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) na noite de segunda-feira (14), após serem perfurados por uma agulha usada em teste de glicemia, em uma escola de Sorriso (398 km de Cuiabá).

 

O caso ocorreu no período vespertino na Escola Estadual José Domingos Fraga.

 

Por meio de nota, a Prefeitura de Sorriso informou que a testagem ocorreu após um garoto de 12 anos pegar um estojo do pai, que faz tratamento para diabetes, e levá-lo escondido para a escola.

Assim o caso foi relatado e imediatamente a coordenação passou a ligar e comunicar as famílias envolvidas


Na instituição de ensino, o menino testou dois amigos, que consentiram com a testagem. Contudo, no momento do intervalo, os dois garotos passaram a “picar” outros colegas sem o consentimento deles.

 

Diante da confusão na sala de aula, uma professora questionou o que estava acontecendo e foi informada sobre o ocorrido.

 

“No fim do intervalo, com o retorno à sala, uma professora ouviu falar em ‘picada’ e perguntou o que estava acontecendo; assim o caso foi relatado e imediatamente a coordenação passou a ligar e comunicar as famílias envolvidas, recomendando que procurassem atendimento adequado para a situação”, afirmou a nota.

 

Ainda de acordo com a prefeitura, uma equipe da Unidade Sara Akemi Ichicava atendeu, na noite de segunda-feira, as doze crianças, que passaram por testagem para hepatites B e C, sífilis e HIV. Todas apresentaram resultados negativos.

 

“Caso mais alguma criança ou adolescente tenha sido perfurada e ainda não tenha procurado atendimento especializado, o correto é que a família a encaminhe para atendimento em uma Unidade Básica de Saúde, onde também são ofertados todos os exames”, acrescentou a prefeitura.

 

O caso foi informado a Assistência social que integra a equipe psicossocial da escola, vem como ao Conselho Tutelar do Município que acompanham a situação com os pais dos alunos envolvidos.

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