Critico de tudo o que é ligado à Operação Lava Jato, o ministro mato-grossense Gilmar Mendes, do STF, cutucou o ex-deputado federal Deltan Dallagnol durante julgamento de dispositivos da lei das estatais que submetem políticos a quarentena de 36 meses antes de serem nomeados para cargos de direção em empresas públicas.
Segundo ele, o debate em plenário não envolve a "fundação Dallagnol", onde promotores teriam "feito um acordo com juízes para arrecadar R$ 2,5 bilhões".
Disse que é comum a existência de fundações partidárias para treinar membros, citando como exemplo a Fundação Konrad-Adenauer, ligada à democracia cristã alemã.
"Não estamos falando da fundação Dallagnol, onde promotores teriam se associado ao juiz para arrecadar R$ 2,5 bilhões, uma quantia maior que um fundo eleitoral. Aqui, discutimos fundações normais, conforme reconhecido e regulamentado pela nossa legislação".
Veja o vídeo:
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